10 de abr. de 2011
Fixação
Quando a gente persegue as coisas, elas fogem. Vale para os animais, para os amantes, até para o dinheiro. Quem nunca conheceu uma pessoa adorável numa festa, que lhe disse: “eu telefono na semana que vem”? Então, a gente passa uma semana sem sair! Fica junto do telefone... esperando. Quem telefona? Todo mundo, menos aquela pessoa!
Você nunca precisou desesperadamente vender uma coisa? Um carro, uma casa. Quem queria comprar? Ninguém. Então você baixou o preço. Quem se interessou? Ninguém! O princípio é: quando a pessoa está desesperada, nada!
Fale com qualquer vendedor – seja de avião a jato, seja de sabão em pó: ele lhe contará a mesma história. O desespero atrai uma espiral descendente: quanto mais a gente se preocupa, menos as pessoas compram! O que acontece quando você está em um restaurante, com pressa para comer? Acabam perdendo a sua comanda...
Toda vez que estamos desesperadamente envolvidos, emocionalmente fixados numa transação ou num acontecimento, nós o obstruímos. O lado oposto do princípio? Relaxe um pouco e... bingo!
Você passa um ano e meio sem namorada e começa a ficar desesperado. Ninguém se candidata! Por fim acaba desistindo. Diz a si mesmo: “eu não sou obrigado a ter uma parceira, posso ser feliz sozinho”. E, de repente, é oito ou oitenta: elas começam a entrar pela janela e sair pelo ladrão!
Um argumento é o exemplo clássico. O que acontece quando a gente quer que uma pessoa mude de idéia? Ela muda? Nem pensar! Mas, com muita freqüência, basta parar de insistir para que essa pessoa acabe adotando as opiniões da gente.
Enfim, sempre que uma pessoa está desesperada por alguma coisa – um telefonema, uma promoção, um reconhecimento – ela cria uma energia ao seu redor que afasta essa possibilidade. Portanto, relaxe!
Andrews Matthews no livro "Siga seu coração"
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Você nunca precisou desesperadamente vender uma coisa? Um carro, uma casa. Quem queria comprar? Ninguém. Então você baixou o preço. Quem se interessou? Ninguém! O princípio é: quando a pessoa está desesperada, nada!
Fale com qualquer vendedor – seja de avião a jato, seja de sabão em pó: ele lhe contará a mesma história. O desespero atrai uma espiral descendente: quanto mais a gente se preocupa, menos as pessoas compram! O que acontece quando você está em um restaurante, com pressa para comer? Acabam perdendo a sua comanda...
Toda vez que estamos desesperadamente envolvidos, emocionalmente fixados numa transação ou num acontecimento, nós o obstruímos. O lado oposto do princípio? Relaxe um pouco e... bingo!
Você passa um ano e meio sem namorada e começa a ficar desesperado. Ninguém se candidata! Por fim acaba desistindo. Diz a si mesmo: “eu não sou obrigado a ter uma parceira, posso ser feliz sozinho”. E, de repente, é oito ou oitenta: elas começam a entrar pela janela e sair pelo ladrão!
Um argumento é o exemplo clássico. O que acontece quando a gente quer que uma pessoa mude de idéia? Ela muda? Nem pensar! Mas, com muita freqüência, basta parar de insistir para que essa pessoa acabe adotando as opiniões da gente.
Enfim, sempre que uma pessoa está desesperada por alguma coisa – um telefonema, uma promoção, um reconhecimento – ela cria uma energia ao seu redor que afasta essa possibilidade. Portanto, relaxe!
Andrews Matthews no livro "Siga seu coração"
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9 de abr. de 2011
Quanto vale um sim..
Você consegue um bom emprego na hora que bem entende? Você descola um amor do dia para a noite? Entra num banco e sai de lá com um empréstimo sem burocracia? Se você respondeu sim a todas estas perguntas, parabéns, e fique atento para o horário de partida do seu disco voador, pois, a qualquer momento, você terá que voltar para o seu planeta!
Entre nós, terrestres, o sim é uma resposta rara. Na maioria das vezes, não há vagas, não querem editar nossos poemas, não temos fiador, a garota não quer ouvir os discos em sua casa, o garoto não quer usar camisinha e o guarda de trânsito não foi com a sua cara e vai multá-lo sim senhor. Não está fácil pra ninguém.
Ao contrário do que possa parecer, esta não é uma visão pessimista da vida. As coisas são assim, dão certo e dão errado. Pessimismo é acreditar que um "não" seja uma barreira para realizar nossos planos. Tem gente que fica paralisado diante de um não, nunca mais vai à luta. Já o otimista resmunga um pouco e, em seguida, respira fundo e segue em frente.
Quando eu tinha uns dezessete anos, mandei meus versos para um concurso de poesia. Não ganhei nem menção honrosa. Daí, entreguei meus versos para o Mário Quintana avaliar. Ele não respondeu. Neste meio tempo, eu estava apaixonada por um cara e ignorava minha existência. Quando eu não estava pensando nele, fazia planos de morar sozinha, mas o meu estágio não era remunerado.
Aí, quis viajar para a Europa, mas não conseguira entrar num programa de intercâmbio. Surpreendentemente, não passou pela cabeça a idéia de me atirar embaixo de um caminhão.
Hoje tenho nove livros publicados, cinco deles de poesia, sou casada com o homem que amo, tenho a profissão dos sonhos e viajo uma vez por ano, e tudo isso sem ganhar na mega-sena, sem cirurgia plástica, sem pistolão ou pacto com o demônio. O segredo: cada "não" que eu recebi na vida, entrou por um ouvido e saiu pelo outro. Não os colecionei, não foram sobrevalorizados; esperei sem pressa a hora do "sim".
O "não" é tão freqüente, que chega a ser banal. O "não" é inútil, serve só pra fragilizar nossa auto-estima. Já o "sim" é transformador. O "sim" muda sua vida. "'Sim', aceito casar com você"; "'sim', você foi selecionado"; "'sim', vamos patrocinar sua peça"; "'sim', Ana Paula Arósio deu o número do celular dela".
Quando não há o que detenha você, as coisas começam a acontecer sim.
Martha Medeiros
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Entre nós, terrestres, o sim é uma resposta rara. Na maioria das vezes, não há vagas, não querem editar nossos poemas, não temos fiador, a garota não quer ouvir os discos em sua casa, o garoto não quer usar camisinha e o guarda de trânsito não foi com a sua cara e vai multá-lo sim senhor. Não está fácil pra ninguém.
Ao contrário do que possa parecer, esta não é uma visão pessimista da vida. As coisas são assim, dão certo e dão errado. Pessimismo é acreditar que um "não" seja uma barreira para realizar nossos planos. Tem gente que fica paralisado diante de um não, nunca mais vai à luta. Já o otimista resmunga um pouco e, em seguida, respira fundo e segue em frente.
Quando eu tinha uns dezessete anos, mandei meus versos para um concurso de poesia. Não ganhei nem menção honrosa. Daí, entreguei meus versos para o Mário Quintana avaliar. Ele não respondeu. Neste meio tempo, eu estava apaixonada por um cara e ignorava minha existência. Quando eu não estava pensando nele, fazia planos de morar sozinha, mas o meu estágio não era remunerado.
Aí, quis viajar para a Europa, mas não conseguira entrar num programa de intercâmbio. Surpreendentemente, não passou pela cabeça a idéia de me atirar embaixo de um caminhão.
Hoje tenho nove livros publicados, cinco deles de poesia, sou casada com o homem que amo, tenho a profissão dos sonhos e viajo uma vez por ano, e tudo isso sem ganhar na mega-sena, sem cirurgia plástica, sem pistolão ou pacto com o demônio. O segredo: cada "não" que eu recebi na vida, entrou por um ouvido e saiu pelo outro. Não os colecionei, não foram sobrevalorizados; esperei sem pressa a hora do "sim".
O "não" é tão freqüente, que chega a ser banal. O "não" é inútil, serve só pra fragilizar nossa auto-estima. Já o "sim" é transformador. O "sim" muda sua vida. "'Sim', aceito casar com você"; "'sim', você foi selecionado"; "'sim', vamos patrocinar sua peça"; "'sim', Ana Paula Arósio deu o número do celular dela".
Quando não há o que detenha você, as coisas começam a acontecer sim.
Martha Medeiros
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8 de abr. de 2011
Lembranças
A história de Moisés é um grande exemplo de como devemos enfrentar as dificuldades que surgem em nosso trajeto. Logo de início, já dá pra perceber que as primeiras dificuldades, geralmente, estão na própria pessoa.
O primeiro episódio decisivo da vida de Moisés – quando ele enfrenta e mata um egípcio que maltratava um escravo hebreu – termina em fracasso. Logo no dia seguinte, quando falou com outros hebreus, foi rechaçado. Teve que fugir para não ser preso, e só depois de 40 anos trabalhando como pastor de ovelhas foi chamado ao exercício de sua liderança. Não foi uma liderança que caiu do céu. Ele teve que construí-la passo a passo, tijolo por tijolo. Para isso, soube fortalecer suas qualidades, que se tornaram mais poderosas do que seus pontos fracos.
Pontos fracos de Moisés: falta de confiança em si próprio, dificuldade de comunicação, medo de assumir desafios, ira, autopiedade e depressão, perfeccionismo e centralização.
Pontos fortes de Moisés: dedicado e estudioso, curioso e observador, audacioso, habilidoso, persistente, altruísta, justo, prudente, firme na fé, estrategista, aberto a novas idéias, visão de futuro, carismático, enérgico, solidário, disciplinado, leal, humilde, previdente, prudente, paciente, oportuno, desapegado, perseverante.
texto do Prof. Gretz, extraído de "O líder dos líderes"
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O primeiro episódio decisivo da vida de Moisés – quando ele enfrenta e mata um egípcio que maltratava um escravo hebreu – termina em fracasso. Logo no dia seguinte, quando falou com outros hebreus, foi rechaçado. Teve que fugir para não ser preso, e só depois de 40 anos trabalhando como pastor de ovelhas foi chamado ao exercício de sua liderança. Não foi uma liderança que caiu do céu. Ele teve que construí-la passo a passo, tijolo por tijolo. Para isso, soube fortalecer suas qualidades, que se tornaram mais poderosas do que seus pontos fracos.
Pontos fracos de Moisés: falta de confiança em si próprio, dificuldade de comunicação, medo de assumir desafios, ira, autopiedade e depressão, perfeccionismo e centralização.
Pontos fortes de Moisés: dedicado e estudioso, curioso e observador, audacioso, habilidoso, persistente, altruísta, justo, prudente, firme na fé, estrategista, aberto a novas idéias, visão de futuro, carismático, enérgico, solidário, disciplinado, leal, humilde, previdente, prudente, paciente, oportuno, desapegado, perseverante.
texto do Prof. Gretz, extraído de "O líder dos líderes"
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7 de abr. de 2011
VISÃO DE ADULTO... VISÃO DE CRIANÇA...(Maravilhoso)
Éramos a única família no restaurante com uma criança.
Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos,
comendo e conversando.
De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com
suas mãozinhas gordas.
Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes.
Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.
Eu olhei em Volta e vi a razão de seu contentamento.
Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado.
Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos
apareciam através do que foram, um dia, os sapatos.
Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo.
Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.
Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.
Suas mãos começaram a se mexer para saudar.
'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel.
Minha esposa e eu nos olhamos:
'Que faremos?'.
Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'.
Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.
O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.
Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.
Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.
Obviamente, ele estava bêbado.
Minha esposa e eu estávamos envergonhados.
Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando
todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.
Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.
Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no Estacionamento.
O velho se encontrava muito perto da porta de saída.
'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel',
disse orando, enquanto caminhava perto do homem.
Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do ar
que ele pudesse estar exalando.
Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde
estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'.
Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços
para os braços do homem.
Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.
Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça
no ombro do desconhecido.
O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.
Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro,
suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.
Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.
Eu me detive, aterrado.
O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos
e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:
'Cuide deste menino'.
De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'.
Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.
Peguei meu filho e o velho homem me disse:
'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.
Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'.
Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.
Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando
Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:
'Deus meu, Deus meu, me perdoe'.
Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino
que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos
que viram um montão de roupa suja.
Eu fui um cristão cego carregando
um menino que não o era.
Eu senti que Deus estava me perguntando:
'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele Compartilhou
Seu Filho por toda a eternidade.
O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:
Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um Menino,
não entrará nele.' (Lucas 18:17).
Apenas repita esta frase e verá como Deus se move:
'Senhor Jesus Cristo, te amo e te necessito, entre em meu coração, por favor'.
Passe esta mensagem a algumas pessoas especiais.
Não porque você receberá um milagre amanhã.
Mas porque você recebe o milagre todos os dias...
O milagre de estar vivo...
Desconhecido autoria
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Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos,
comendo e conversando.
De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com
suas mãozinhas gordas.
Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes.
Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.
Eu olhei em Volta e vi a razão de seu contentamento.
Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado.
Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos
apareciam através do que foram, um dia, os sapatos.
Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo.
Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.
Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.
Suas mãos começaram a se mexer para saudar.
'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel.
Minha esposa e eu nos olhamos:
'Que faremos?'.
Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'.
Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.
O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.
Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.
Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.
Obviamente, ele estava bêbado.
Minha esposa e eu estávamos envergonhados.
Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando
todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.
Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta.
Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no Estacionamento.
O velho se encontrava muito perto da porta de saída.
'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel',
disse orando, enquanto caminhava perto do homem.
Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do ar
que ele pudesse estar exalando.
Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde
estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'.
Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços
para os braços do homem.
Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.
Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça
no ombro do desconhecido.
O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.
Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro,
suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.
Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.
Eu me detive, aterrado.
O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos
e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:
'Cuide deste menino'.
De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'.
Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.
Peguei meu filho e o velho homem me disse:
'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.
Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'.
Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.
Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando
Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:
'Deus meu, Deus meu, me perdoe'.
Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino
que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos
que viram um montão de roupa suja.
Eu fui um cristão cego carregando
um menino que não o era.
Eu senti que Deus estava me perguntando:
'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele Compartilhou
Seu Filho por toda a eternidade.
O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:
Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um Menino,
não entrará nele.' (Lucas 18:17).
Apenas repita esta frase e verá como Deus se move:
'Senhor Jesus Cristo, te amo e te necessito, entre em meu coração, por favor'.
Passe esta mensagem a algumas pessoas especiais.
Não porque você receberá um milagre amanhã.
Mas porque você recebe o milagre todos os dias...
O milagre de estar vivo...
Desconhecido autoria
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6 de abr. de 2011
Um dia eu vou...
Você alguma vez se pegou dizendo: “Um dia vou escrever um livro... ou viajar pelo mundo, compor uma sinfonia...”, ou qualquer outra coisa do gênero? Não foi só você que fez isso.
Quase todos nós fantasiamos sobre algo que gostaríamos de fazer um dia. Uns gostariam apenas de ter mais tempo para dedicar à família ou aos amigos; outros de trabalhar em algo diferente, ou desenvolver um hobby, um talento. Seja como for que você complete a frase – “um dia eu vou...”- saiba que os sonhos e sentimentos a respeito do que gostaria de fazer são pistas importantes para a identificação do que realmente é mais importante para você.
E se é importante, comece desde já... Lembre-se, a cada manhã, quando o despertador toca, você tem uma nova oportunidade de fazer o que quer com as horas à sua frente. Diariamente você recebe uma lousa nova, sem nada escrito. Você pode ter 10, 20, 30, 50 anos de vida pela frente; e como você vai usar esse tempo?
O que você vai fazer com o resto da sua vida? Vai continuar a se enganar, achando que algum dia terá tempo para fazer alguma das coisas que realmente são importantes para você? Na verdade, isso nunca acontecerá, a menos que você decida que esse tempo é hoje.
A verdadeira realização na vida acontece quando respondemos com honestidade às seguintes perguntas: - o que é mais importante para mim?, - o que eu gostaria verdadeiramente de realizar?, - que legado eu gostaria de deixar?
O desafio é descobrir o que queremos, o que gostaríamos de fazer e, então, começar a trabalhar diariamente para realizar nossos desejos. Não importa se temos, 20, 35, 50, 75 anos, ou mais. O que precisamos fazer é decidir quando vamos começar a trabalhar para conseguir o que queremos.
Hyrum W. Smith, em "O que mais importa"
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Quase todos nós fantasiamos sobre algo que gostaríamos de fazer um dia. Uns gostariam apenas de ter mais tempo para dedicar à família ou aos amigos; outros de trabalhar em algo diferente, ou desenvolver um hobby, um talento. Seja como for que você complete a frase – “um dia eu vou...”- saiba que os sonhos e sentimentos a respeito do que gostaria de fazer são pistas importantes para a identificação do que realmente é mais importante para você.
E se é importante, comece desde já... Lembre-se, a cada manhã, quando o despertador toca, você tem uma nova oportunidade de fazer o que quer com as horas à sua frente. Diariamente você recebe uma lousa nova, sem nada escrito. Você pode ter 10, 20, 30, 50 anos de vida pela frente; e como você vai usar esse tempo?
O que você vai fazer com o resto da sua vida? Vai continuar a se enganar, achando que algum dia terá tempo para fazer alguma das coisas que realmente são importantes para você? Na verdade, isso nunca acontecerá, a menos que você decida que esse tempo é hoje.
A verdadeira realização na vida acontece quando respondemos com honestidade às seguintes perguntas: - o que é mais importante para mim?, - o que eu gostaria verdadeiramente de realizar?, - que legado eu gostaria de deixar?
O desafio é descobrir o que queremos, o que gostaríamos de fazer e, então, começar a trabalhar diariamente para realizar nossos desejos. Não importa se temos, 20, 35, 50, 75 anos, ou mais. O que precisamos fazer é decidir quando vamos começar a trabalhar para conseguir o que queremos.
Hyrum W. Smith, em "O que mais importa"
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5 de abr. de 2011
Tribulações
“Também nos gloriamos nas tribulações.” - Paulo. (Romanos, 5;3)
Comentando Paulo de Tarso os favores recebidos do Plano Superior, com muita propriedade
não se esquecia de acrescentar o seu júbilo nas tribulações.
O Cristianismo está repleto de ensinamentos sublimes para todos os tempos.
Muitos aprendizes não lembram o apóstolo da gentilidade senão em seu encontro divino com o Mestre,
às portas de Damasco, fixando-lhe a transformação sob o hálito renovador de Jesus,
e muitos companheiros se lhe dirigem ao coração, mentalizando-lhe a coroa de espírito
redimido e de trabalhador glorificado na casa do Pai Celestial.
A palavra do grande operário do Cristo, entretanto, não deixa margem a qualquer dúvida,
quanto ao preço que lhe custou a redenção.
Muita vez, reporta-se às dilacerações do caminho, salientando as estações educativas e restauradoras,
entre o primeiro clarão da fé e o supremo testemunho.
Depois da bênção consoladora que lhe reforma a vida, ei-lo entre açoites, desesperanças e pedradas.
Entre a graça de Jesus que lhe fora ao encontro e o esforço que lhe competia efetuar,
por reencontrá-lo, são indispensáveis anos pesados de serviço áspero e contínua renunciação.
Reparemos em nós mesmos, à frente da luz evangélica.
Nem todos renascem na Terra com tarefas definidas na autoridade, na eminência social ou no governo
do mundo, mas podemos asseverar que todos os discípulos, em qualquer situação ou circunstância,
podem dispor de força, posição e controle de si próprios.
Recordemos que a tribulação produz fortaleza e paciência e, em verdade, ninguém encontra o tesouro
da experiência, no pântano da ociosidade.
É necessário acordar com o dia, seguindo-lhe o curso brilhante de serviço, nas oportunidades
de trabalho que ele nos descortina.
A existência terrestre é passagem para a luz eterna.
E prosseguir com o Cristo é acompanhar-lhe as pegadas, evitando o desvio insidioso.
No exame, pois, das considerações paulinas, não olvidemos que se Jesus veio até nós,
cabe-nos marchar desassombradamente ao encontro dEle, compreendendo que, para isso,
o grande serviço de preparação há de ser começado na maravilhosa e desconhecida
“terra de nós mesmos”.
Do livro "Vinha de Luz", de Francisco Cândido Xavier, por Emmanuel.
Retirado do Blog Manancial de Luz
http://manancialdeluz.blogspot.com/
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3 de abr. de 2011
Cuidado com a Lingua
Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem.
No tribunal, o homem disse ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal... E o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir sentença!
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!
"Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras".
Nunca se esqueça:
Quem ama não vê defeitos...
Quem odeia não vê qualidades...
E quem é amigo vê as duas coisas...
Recebemos do www.portaldiabetes.com.br
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2 de abr. de 2011
Fisiologia do Pensamento
O fluido mental é formado por partículas que tem suas características próprias,
como sugere a activação mental visibilizada pela tomografia por emissão de positrões.
Dentro de uma visão global do Homem podemos resumidamente considerar uma interação em
"via de mão dupla" que vai do espírito para o perispírito, do perispírito para o sistema
nervoso, que por sua vez transmite às glândulas endócrinas, que por fim expressam a vontade
do espírito para todo o corpo físico.
Assim como, as sensações físicas percorrem o caminho inverso impressionando, por sua vez,
o princípio inteligente.
Esta é uma visão abrangente, contudo reducionista da integração espírito-corpo, mas que
deixa claro o papel do sistema nervoso como receptor principal, em relação a matéria,
da vontade do espírito.
Na codificação encontramos a explicação de que o perispírito é ligado ao corpo físico célula a célula,
expressão esta lembrada e detalhada por André Luiz, na sua obra.
No entanto, apesar desta total ligação perispírito-corpo, existem pontos específicos de ligação
para a manifestação do espírito, e estes pontos estão no sistema nervoso,
traduzido pelo neurônio que encerra nos corpúsculos de Nissi a energia nutritiva emanada
do plano espiritual; no pigmento ocre de lipofuscina o fator de fixação perispirítico,
que liga o perispírito de forma mais ou menos intensa dependendo do grau de evolução do
espírito e sua relação mais ou menos intensa com o plano material; e, finalmente, nas mitocôndrias
neuronais o canal receptor dos comandos espirituais.
Temos ainda nessa interface a glândula epífise ou pineal como receptor capaz de detectar informações
do plano espiritual e as emanações magnéticas do plano material, servindo de antena poderosa
que informa o espírito encarnado do plano etérico, glândula esta, diretamente ligada ao centro
de força coronário que se encontra no duplo etérico, formando assim a interface espírito-corpo.
O centro coronário por sua vez, utiliza-se do centro frontal, que está diretamente relacionado
à glândula hipófise, e através desta transmite os avisos, impulsos, ordens e sugestões mentais
aos órgãos, tecidos e células.
Por este sistema verte o fluído mental, secreção da mente, e não do cérebro, que se difunde
pelos caminhos neurais a todo o córtex, via glândula pineal, e posteriormente a todo corpo
biológico por ação glandular e nervosa.
Quanto ao fluido mental, pode ser denominado de "matéria-psí", visto que o pensamento é matéria,
formado por partículas que tem suas características próprias, como sugere a ativação mental
visibilizada pela tomografia por emissão de pósitrons (PET-Scan), demarcando áreas específicas
do cérebro em funcionamento conforme a utilização da mente seja para ouvir, ver ou raciocinar.
São estas características que organizam a psicosfera, ou halo psíquico e conseqüentemente
o corpo físico, trazendo harmonia ou desequilíbrio de acordo com o seu emprego.
As partículas dessa "matéria-psi" são manipuláveis e compõe elementos "vivos" de pensamento
com comportamento e trajetória de acordo com os sentimentos de inteligência que os conduz.
O pensamento influi e comanda, modelado pela vontade do espírito, agindo sobre si mesmo,
ou sobre o objetivo ao qual se destina.
De onde conclui-se que o corpo biológico reflete a psicosfera, que influi, sem dúvida,
na saúde física de forma positiva ou negativa a depender da qualidade da "matéria-psi"
que venhamos a emanar.
Logo, o aforismo “Mente sã em corpo são" mais representativo seria como
"Corpo são em mente sã".
Por Graça Menezes *
* Médica especialista em Cardiologia com sub-especialização em Arritmologia.
Pós-graduada pela Universidade de Barcelona, Espanha e Vice-Presidente da AME Porto –
Associação Médico-Espírita da Área Metropolitana do Porto.
Retirado do Blog Manancial de Luz
http://manancialdeluz.blogspot.com/
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como sugere a activação mental visibilizada pela tomografia por emissão de positrões.
Dentro de uma visão global do Homem podemos resumidamente considerar uma interação em
"via de mão dupla" que vai do espírito para o perispírito, do perispírito para o sistema
nervoso, que por sua vez transmite às glândulas endócrinas, que por fim expressam a vontade
do espírito para todo o corpo físico.
Assim como, as sensações físicas percorrem o caminho inverso impressionando, por sua vez,
o princípio inteligente.
Esta é uma visão abrangente, contudo reducionista da integração espírito-corpo, mas que
deixa claro o papel do sistema nervoso como receptor principal, em relação a matéria,
da vontade do espírito.
Na codificação encontramos a explicação de que o perispírito é ligado ao corpo físico célula a célula,
expressão esta lembrada e detalhada por André Luiz, na sua obra.
No entanto, apesar desta total ligação perispírito-corpo, existem pontos específicos de ligação
para a manifestação do espírito, e estes pontos estão no sistema nervoso,
traduzido pelo neurônio que encerra nos corpúsculos de Nissi a energia nutritiva emanada
do plano espiritual; no pigmento ocre de lipofuscina o fator de fixação perispirítico,
que liga o perispírito de forma mais ou menos intensa dependendo do grau de evolução do
espírito e sua relação mais ou menos intensa com o plano material; e, finalmente, nas mitocôndrias
neuronais o canal receptor dos comandos espirituais.
Temos ainda nessa interface a glândula epífise ou pineal como receptor capaz de detectar informações
do plano espiritual e as emanações magnéticas do plano material, servindo de antena poderosa
que informa o espírito encarnado do plano etérico, glândula esta, diretamente ligada ao centro
de força coronário que se encontra no duplo etérico, formando assim a interface espírito-corpo.
O centro coronário por sua vez, utiliza-se do centro frontal, que está diretamente relacionado
à glândula hipófise, e através desta transmite os avisos, impulsos, ordens e sugestões mentais
aos órgãos, tecidos e células.
Por este sistema verte o fluído mental, secreção da mente, e não do cérebro, que se difunde
pelos caminhos neurais a todo o córtex, via glândula pineal, e posteriormente a todo corpo
biológico por ação glandular e nervosa.
Quanto ao fluido mental, pode ser denominado de "matéria-psí", visto que o pensamento é matéria,
formado por partículas que tem suas características próprias, como sugere a ativação mental
visibilizada pela tomografia por emissão de pósitrons (PET-Scan), demarcando áreas específicas
do cérebro em funcionamento conforme a utilização da mente seja para ouvir, ver ou raciocinar.
São estas características que organizam a psicosfera, ou halo psíquico e conseqüentemente
o corpo físico, trazendo harmonia ou desequilíbrio de acordo com o seu emprego.
As partículas dessa "matéria-psi" são manipuláveis e compõe elementos "vivos" de pensamento
com comportamento e trajetória de acordo com os sentimentos de inteligência que os conduz.
O pensamento influi e comanda, modelado pela vontade do espírito, agindo sobre si mesmo,
ou sobre o objetivo ao qual se destina.
De onde conclui-se que o corpo biológico reflete a psicosfera, que influi, sem dúvida,
na saúde física de forma positiva ou negativa a depender da qualidade da "matéria-psi"
que venhamos a emanar.
Logo, o aforismo “Mente sã em corpo são" mais representativo seria como
"Corpo são em mente sã".
Por Graça Menezes *
* Médica especialista em Cardiologia com sub-especialização em Arritmologia.
Pós-graduada pela Universidade de Barcelona, Espanha e Vice-Presidente da AME Porto –
Associação Médico-Espírita da Área Metropolitana do Porto.
Retirado do Blog Manancial de Luz
http://manancialdeluz.blogspot.com/
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1 de abr. de 2011
Gente do bem...
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” (Romanos, 12:21)
Em meio ao trânsito desordenado, um motorista gentilmente cede-me passagem. Visito um ex-professor na faculdade que prazerosamente percorre toda a instituição mostrando-me a evolução da infra-estrutura local e as melhorias implementadas na qualidade do ensino. Apresento um cliente a um gerente de banco que imediatamente toma providências no sentido de atender às suas necessidades. Recebo um breve telefonema de um amigo com quem não falava há tempos apenas para saudar lembranças.
Cenas aparentemente fúteis, talvez até desprovidas de motivação para serem memorizadas. Porém, cenas capazes de colorir com satisfação e gratidão um dia como outro qualquer. Dizem que Deus está nos detalhes. Nós é que não percebemos...
Como tudo na vida, estamos sujeitos a situações opostas às que acabo de relatar. De um motorista que quase provoca um acidente para evitar ser ultrapassado a profissionais de atendimento ao público que prestam um verdadeiro desserviço pela falta de atenção e empatia, quem já não perdeu o bom humor pela ausência de um cumprimento matinal de um familiar, por um comentário depreciativo ou jocoso de um colega de trabalho, por uma reprimenda pública e desmesurada?
Quando pequenos, somos ensinados a fazer o bem. Isso pode ser traduzido por praticar uma “boa ação” diária, coisas novamente pouco relevantes como ajudar um idoso a atravessar a rua – essa é uma imagem emblemática para mim. Fazer o bem em escala maior é missão para super-heróis dotados de superpoderes, aptos a salvar toda a humanidade, promovendo a justiça e combatendo o mal.
Nossas pernas crescem e nossa imaginação encurta. Então, descobrimos que não há super-heróis, não há superpoderes, a humanidade não pode ser salva, a justiça é utópica e o mal viceja. Por isso, desistimos de ajudar os idosos a atravessarem a rua e deixamos de pronunciar palavras de agradecimento, apoio e conforto aos que nos cercam. Assim, paramos de praticar o bem. E perdemos a capacidade de enxergá-lo.
A vida, tomada racionalmente, não é fácil para a maioria das pessoas. Quando se tem saúde, não se tem trabalho. Quando se tem trabalho, não se ganha o suficiente. Quando se ganha o suficiente, não se tem reconhecimento. Quando se tem reconhecimento, não se tem paixão. Quando se tem paixão, não se encontra o amor. Quando se encontra o amor, falta a saúde...
Cada um de nós tem uma missão a cumprir. E cada missão vem embalada em um fardo que não é nem grande, nem pequeno, mas na medida exata do que podemos suportar. Uns têm fardos maiores que outros. Alguns enfrentam adversidades mais contundentes. Mas todos têm limitações.
Se os super-heróis do bem nos parecem tão figurativos, as personagens do mal materializam-se, ganhando carne e osso e uma habilidade ímpar em nos assediar. É neste momento que temos que buscar o que temos de melhor, não com base na sorte ou em fatores externos, mas em nossa força interior. E direcionar este potencial para o caminho do bem.
Shakespeare dizia que “o mal que os homens fazem vive depois deles enquanto o bem é quase sempre enterrado com seus ossos”. Costumo pontuar que é muito importante tomar cuidado com as palavras. Quando você diz algo que desagrada a alguém, pouca valia haverá em se desculpar a posteriori. Porque não importa o que você disse, mas importa o que ficou depois do que você disse.
Fazer o bem faz bem. O bem despretensioso, genuíno, sem paga. É caminhada que não desgasta os sapatos, subida que não cansa. É fonte de prazer e de alegria.
(texto de Tom Coelho)
Em meio ao trânsito desordenado, um motorista gentilmente cede-me passagem. Visito um ex-professor na faculdade que prazerosamente percorre toda a instituição mostrando-me a evolução da infra-estrutura local e as melhorias implementadas na qualidade do ensino. Apresento um cliente a um gerente de banco que imediatamente toma providências no sentido de atender às suas necessidades. Recebo um breve telefonema de um amigo com quem não falava há tempos apenas para saudar lembranças.
Cenas aparentemente fúteis, talvez até desprovidas de motivação para serem memorizadas. Porém, cenas capazes de colorir com satisfação e gratidão um dia como outro qualquer. Dizem que Deus está nos detalhes. Nós é que não percebemos...
Como tudo na vida, estamos sujeitos a situações opostas às que acabo de relatar. De um motorista que quase provoca um acidente para evitar ser ultrapassado a profissionais de atendimento ao público que prestam um verdadeiro desserviço pela falta de atenção e empatia, quem já não perdeu o bom humor pela ausência de um cumprimento matinal de um familiar, por um comentário depreciativo ou jocoso de um colega de trabalho, por uma reprimenda pública e desmesurada?
Quando pequenos, somos ensinados a fazer o bem. Isso pode ser traduzido por praticar uma “boa ação” diária, coisas novamente pouco relevantes como ajudar um idoso a atravessar a rua – essa é uma imagem emblemática para mim. Fazer o bem em escala maior é missão para super-heróis dotados de superpoderes, aptos a salvar toda a humanidade, promovendo a justiça e combatendo o mal.
Nossas pernas crescem e nossa imaginação encurta. Então, descobrimos que não há super-heróis, não há superpoderes, a humanidade não pode ser salva, a justiça é utópica e o mal viceja. Por isso, desistimos de ajudar os idosos a atravessarem a rua e deixamos de pronunciar palavras de agradecimento, apoio e conforto aos que nos cercam. Assim, paramos de praticar o bem. E perdemos a capacidade de enxergá-lo.
A vida, tomada racionalmente, não é fácil para a maioria das pessoas. Quando se tem saúde, não se tem trabalho. Quando se tem trabalho, não se ganha o suficiente. Quando se ganha o suficiente, não se tem reconhecimento. Quando se tem reconhecimento, não se tem paixão. Quando se tem paixão, não se encontra o amor. Quando se encontra o amor, falta a saúde...
Cada um de nós tem uma missão a cumprir. E cada missão vem embalada em um fardo que não é nem grande, nem pequeno, mas na medida exata do que podemos suportar. Uns têm fardos maiores que outros. Alguns enfrentam adversidades mais contundentes. Mas todos têm limitações.
Se os super-heróis do bem nos parecem tão figurativos, as personagens do mal materializam-se, ganhando carne e osso e uma habilidade ímpar em nos assediar. É neste momento que temos que buscar o que temos de melhor, não com base na sorte ou em fatores externos, mas em nossa força interior. E direcionar este potencial para o caminho do bem.
Shakespeare dizia que “o mal que os homens fazem vive depois deles enquanto o bem é quase sempre enterrado com seus ossos”. Costumo pontuar que é muito importante tomar cuidado com as palavras. Quando você diz algo que desagrada a alguém, pouca valia haverá em se desculpar a posteriori. Porque não importa o que você disse, mas importa o que ficou depois do que você disse.
Fazer o bem faz bem. O bem despretensioso, genuíno, sem paga. É caminhada que não desgasta os sapatos, subida que não cansa. É fonte de prazer e de alegria.
(texto de Tom Coelho)
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