22 de abr. de 2011

Experiências e culpas

Existem coisas que nós só aprendemos depois que as vivemos. Na adolescência temos a idéia de que vamos descobrir um jeito especial de viver, de forma que só teremos prazer e felicidade. Quando os problemas aparecem, ficamos desesperados. No começo, a tendência é culpar os outros. Responsabilizamos os pais, o ser amado, os chefes; depois culpamos a nós mesmos e ficamos procurando o que está errado conosco, o tempo todo.

É um período em que vivemos depressivos, pois não conseguimos encontrar nada de bom em nós mesmos.

Mais tarde, percebemos que a felicidade é um jeito de viver a vida. Não simplesmente uma coleção de momentos felizes, mas uma postura de compreensão diante dos acontecimentos de nossa vida. Uma forma de entender que o sofrimento é inevitável, assim como o prazer. De um jeito ou de outro eles vão aparecer, apesar da nossa maneira de administrar nossas vidas. Afinal, viver é uma longa caminhada por entre desertos e oásis, avenidas congestionadas e vales totalmente abertos. São mistérios que a existência prepara para vivermos e através deles é que nós nos descobrimos.


(texto de Roberto Shinyashiki extraído do livro "Mistérios do Coração") 


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20 de abr. de 2011

O Melhor da sua vida

Você merece o melhor que a vida tem a oferecer. Ninguém é melhor que você ou merece mais que você. Você tem todas as razões para esperar o melhor.

Ter o melhor de tudo requer que você dê o seu melhor. Aproveite a oportunidade que existe em cada momento. Use suas habilidades, seu conhecimento, seus recursos e seu tempo para criar valor. Você está sendo continuamente desafiado. Constantemente lhe é oferecida a chance de desempenhar o seu melhor e viver à altura do seu potencial. Saiba reconhecer as possibilidades que cada dia lhe oferece.

Mesmo nas piores decepções, existem oportunidades, aprendizado e esperança. Recuse-se a aceitar um "não" como resposta. Você merece o melhor. E você deve isso a si mesmo, para tornar-se ainda melhor.

Esforce-se em cada respiração, cada palavra, cada passo, cada gesto, para corresponder às suas potencialidades. Seja melhor do que ontem, melhor do que há um minuto.

Autor Anônimo

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18 de abr. de 2011

O Pavão

Você já ouviu a estória do pavão e o dono das minhocas?
Conta essa alegoria que um certo pavão estava cansado de procurar minhocas para comer e viu que um certo criador de minhoca da região tinha muitas delas e foi pedir a ele que lhe permitisse comer algumas minhocas.

O criador de minhocas disse:

- Claro, pode vir, basta que, ao entrar em minha fazenda você deixe uma de suas penas; afinal o que é uma simples pena para quem tem tantas?

O pavão achou justo e deixou uma pena na entrada da propriedade, encheu o papo de minhocas e saiu satisfeito. No outro dia voltou, e no outro, e no outro, até que, sem perceber, deixou a última de suas penas com o criador de minhocas. Observou, então, que estava com uma aparência horrível e, desprezado por todos no lugar, só lhe restou refugiar-se nas cavernas próximas. Porém nelas havia morcegos, vampiros e... lá, o lindo pavão encontrou seu fim.

Quantas vezes buscamos as coisas "fáceis" da vida, o divertimento fácil e instantâneo. Preferimos correr atrás da felicidade do momento porque “uma noite de farra não é nada para quem tem a vida toda pela frente”.
Aliás, por que viver o "sacrifício" das renúncias? Um copo de whisky, um cigarro ou algo que nos faça mal não faz diferença, apenas proporciona a satisfação daquele momento, não compromete nossas vidas. No entanto, quando se percebe o que ficou comprometido, pode ser tarde demais.

A.D

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17 de abr. de 2011

Sabedoria Indigena.

Um velho índio descreveu certa vez seus conflitos internos:

"Dentro de mim existem dois cachorros: um deles é cruel e mau, o outro passivo é muito bom. Os dois estão sempre brigando."

Quando então lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu: "Aquele que eu alimento".

16 de abr. de 2011

Plano de Vôo

Boas famílias - até mesmo as melhores - ficam fora da rota 90 por cento do tempo! O segredo é que elas têm um senso de destinação. Conhecem a "trilha". E estão sempre corrigindo o curso, de novo e de novo.

É como o vôo de um avião. Antes da decolagem, os pilotos examinam o plano do vôo. Por isso, sabem exatamente aonde vão e iniciam os procedimentos em conformidade com esse plano. Contudo, durante a viagem, o vento, a chuva, a turbulência, o tráfego aéreo, erros humanos e outros fatores interferem no plano, impulsionando ligeiramente a aeronave em direções diferentes, de modo que na maior parte do tempo o avião fica fora da rota de vôo prescrita! Ao longo de toda a jornada, ocorrem pequenos desvios em relação ao plano de vôo. Condições climáticas adversas ou um tráfego aéreo especialmente pesado causam desvios maiores. Se não acontecer nada muito grave, o avião chegará ao seu destino.

Mas como isso é possível? Durante o vôo, os pilotos recebem constantes feedbacks. São comunicações dos instrumentos sobre o meio ambiente, informações das torres de controle, de outras aeronaves e às vezes até das estrelas. E, com base nesses feedbacks, fazem os ajustes necessários para, de tempos em tempos retornar, ao plano de vôo.

A esperança não jaz nos desvios, mas na visão, no plano e na habilidade de corrigir o curso.

O vôo desse avião constitui a metáfora ideal para a vida familiar. Não faz nenhuma diferença se a nossa família saiu da rota ou mesmo está enredada em problemas. A esperança se encontra na visão, no plano e na coragem de continuar corrigindo o curso de novo e de novo.

O segredo é ter uma destinação, um plano de vôo e uma bússola.

extraído do livro "Os 7 hábitos das famílias muito eficazes", de Stephen R. Covey

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14 de abr. de 2011

Em pane mental, surtada por tanta informação, hoje escrevo apenas sob o controle da emoção.

Exige-se racionalidade. É preciso pensar. Tomar decisões com a cabeça. Usar o bom senso. Botar pra funcionar os neurônios. Ok, mas sem fanatismo. Às vezes é bem-vindo um curto-circuito, uma mente desgovernada.

Pobre de quem conta apenas com a razão, escreveu o argentino Ernesto Sábato. Ao lê-lo, me senti profundamente atingida. Uma frase óbvia, uma verdade gritante, e eu surda. Em pane mental, surtada por tanta informação, por exigir de mim mesma opinião sobre tudo. Pois não contarei, hoje, com o cérebro. Escreverei sob outra inspiração.

Sobre o verão, direi que é uma estação diluente, que a gente transpira um desejo hibernado, que a água é colírio constante e o que se sente fica menos secreto.

Sobre dinheiro, direi o que já disse Simone de Beauvoir, que tê-lo demais e tê-lo o suficiente dá no mesmo, que não podemos comer mais do que comemos, vestir mais do que vestimos, que qualidade e vaidade não são a mesma coisa, que dinheiro desvirtua se não encontra um bolso decente, uma bolsa honrada.

Sobre a verdade, direi que tem muitas caras, tantas quantas as gentes do mundo, que umas verdades são boas, umas verdades são falsas, que umas libertam, outras asfixiam, que há as verdades eternas e aquelas que não duram um dia.

Sobre festas, direi que prefiro as que terminam cedo, onde encontro pessoas de que gosto e algumas que desconheço, que me fazem rir por motivos novos e adiar a volta pra mais tarde, pessoas que me acendem por dentro, me tiram pra dançar, me oferecem outra taça, um novo rosto e palavras que dão gosto de escutar.

Sobre cansaço, direi que tenho é da repetição, de diariamente a mesma notícia, o mesmo boa-noite, o mesmo sonhar acordada, pensando em como seria se a cada dia uma descoberta, uma nova vacina, um preço mais justo, uma confiança, direi que cansaço eu tenho é de muito espaço pra pouca novidade.

Sobre o amor, direi que sobrevive com aparelhos, muitos seguem com medo de senti-lo e recebê-lo, precisam de slogans que o vendam, de garantias que não há, meu amor, não há limite nem formatação adequada, o amor acontece, às vezes fica e às vezes passa.

Sobre política, não digo nada.

Hoje escrevo sob nova direção, sob controle da emoção e ligeiramente estafada.

Martha Medeiros

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13 de abr. de 2011

Possibilidades

Não se deixe encurralar por pensamentos ambíguos. O fato de A ser verdadeiro não torna B falso. Com freqüência, tanto A quanto B podem ser verdadeiros.

As coisas que você deve fazer podem ser também as coisas que você quer fazer. O que você dá pode também ser o que você recebe. O que você ensina pode ser também o que você aprende. Sua tarefa pode ser difícil e, ao mesmo tempo, agradável. O que é bom para o cliente pode ser bom também para o vendedor.

Muitas vezes, cometemos o erro de definir as coisas pelo que elas não são. Fazendo isso, limitamos nosso raciocínio e nossas oportunidades.

Na realidade, existem poucos opostos. Ensinar será o verdadeiro oposto de aprender? Feminino é o oposto de masculino? O amor é realmente o oposto do ódio? Brincar é o oposto de trabalhar?

Claro que não. Muitas das coisas que consideramos opostas são, na verdade, muito similares. Nosso desejo de classificar e colocar tudo em categorias, embora às vezes útil, também pode ser limitante.

As possibilidades surgem, não da eliminação de outras possibilidades, mas da persistência em manter a mente aberta.

(colaboração de Hercules Ferreira)
enviada ao site http://www.diabetenet.com.br
em - 05/07/2010

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12 de abr. de 2011

Você tem certeza?

Já aconteceu de você ter perdido alguma coisa e, finalmente, achá-la exatamente no lugar em que você tinha certeza absoluta que ela não ia estar ? Que outras coisas na sua vida você pode não estar rotineiramente enxergando, porque tem certeza que não estão lá ? Quantas idéias criativas nunca apareceram porque você já tem certezsa do que funciona e do que não ?

Será que a certeza está limitando você ? Será que sua certeza é realmente certeza ? Ou simplesmente falta de vontade de explorar novas opções ? Existem momentos em que devemos agir e pensar comcerteza e determinação, mas muitas vezes o que julgamos ser certeza é pura teimosia. Suas certezas resultam, na maioria da vezes, de suas experiências. Mas leve sempre em conta que existe um universo de oportunidades além dessas experiências.

Sim, é mais fácil rejeitar novas idéias sem considerá-las ou explorá-las. Agora, se você já sabe tudo, como é possivel aprender ? É ótimo ter certeza e confiança. Só não deixe a certeza cegá-lo para o real potencial das suas possibilidades.

Desconhecido a autoria.

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11 de abr. de 2011

Mude a sua vida

Um dia, quando os funcionários de uma determinada empresa chegaram ao trabalho, encontraram na portaria um cartaz enorme, onde estava escrito: "Faleceu ontem a pessoa que impedia seu crescimento na empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes."

No início, todos se entristeceram com o fato de alguém na empresa ter morrido. Mas, depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava bloqueando seu crescimento na empresa.

A agitação na quadra de esportes era tão grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório.

Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?
- Ainda bem que esse infeliz morreu!

Um a um, os funcionários, agitados, aproximavam-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam em seco. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma. Pois bem, no visor do caixão havia um espelho... e cada um via a si mesmo...

Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: você mesmo! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.

Sua vida não muda quando seu chefe muda, nem quando sua empresa muda, nem quando seu país muda. Sua vida muda quando você muda! Você é o único responsável por ela.


Colaboração de Luciano Maistro enviado ao site portaldiabetenet.com.br

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Recebemos de um amigo de Pindamonhangaba/SP

"O destino une e separa as pessoas, mas, nenhuma força é tão grande para fazer esquecer pessoas, que por algum motivo um dia nos fizeram felizes"
Chega um momento na vida em que você sabe;

Quem é importante para você,
Quem nunca foi,
Quem não é mais,
E quem o será sempre. 
 
João Lúcio