Já parou para pensar quantas decisões você toma por dia? Muitas. Somos obrigados
diariamente a tomar decisões sobre coisas simples ou importantes que transformam
a nossa vida. Muitas vezes somos colocados numa grande “sinuca de bico” e
ficamos meio perdidos. Se a decisão a ser tomada é complexa ou simples, não
importa: temos que aprender a decidir os rumos que a nossa vida terá que
percorrer.
Para que isto ocorra com muita tranqüilidade, precisamos estar
cientes do nosso verdadeiro papel e de nossa missão terrena, praticando um
exercício mental, que consiste em estar livre para decidir conforme nossa
essência e consciência. Quando estamos com a mente clara e respeitamos nossa
maneira de ser, o mundo começa a entender melhor as nossas decisões. Desta
forma, poderemos ter uma vida mais tranqüila e feliz, simplificando as decisões
e a maneira de conduzir os nossos horizontes de sucesso.
9 de out. de 2011
7 de out. de 2011
Mentiras Consensuais
Existem pessoas felizes e pessoas infelizes, e todas elas se questionam. Umas bebem champanha e outras água da torneira, e se fazem as mesmas indagações. Se existe uma coisa que nos unifica são as dúvidas que trazemos dentro. São pequenas angústias que se manifestam silenciosamente, angústias que não gritam, ou gritam somatizadas em úlceras, insônias e depressões. Angústias diante das mentiras consensuais. O que são mentiras consensuais? São aquelas que todo mundo topou passar adiante como se fosse verdade. Aquelas que ouvimos de nossos pais, eles de nossos avós, e que automaticamente passamos para nossos filhos, colaborando assim para o bom andamento do mundo, para uma sanidade comum. O amor, o sentimento mais nobre e vulcânico que há, tornou-se a maior vítima deste consenso. Mentiras consensuais: o amor não acaba, não se pode amar duas pessoas ao mesmo tempo, quem ama quer filhos, quem ama não sente desejo por outro, amor de uma noite só não é amor, o amor requer vida partilhada, amor entre pessoas do mesmo sexo é antinatural. Tudo mentira. O amor, como todo sentimento, é livre. É arredio a frases feitas, debocha das regras que tentam lhe impor. Esta meia dúzia de coordenadas instituídas como verdades fazem com que muitas pessoas achem que estejam amando errado, quando estão simplesmente amando. Amando pessoas mais jovens ou mais velhas ou do mesmo sexo ou amando pouco ou amando com exagero, amando um homem casado ou uma mulher bandida ou platonicamente, amando e ganhando, todos eles, a alcunha de insanos, como se pudéssemos controlar o sentimento. O amor é dono dele mesmo, somos apenas seu hospedeiro. Há outros consensos geradores de angústia: o mito da maternidade, a necessidade de um Deus, a juventude eterna. Sobem e descem de ônibus milhares de passageiros que parecem iguais entre si, porém há entre eles os que não gostam de crianças, os que nunca rezaram, os que estão muito satisfeitos com suas rugas e gorduras, os que não gostam de festas e viagens, os que odeiam futebol, os que viverão até os cem anos fumando, os que conversam telepaticamente com extraterrestres, os ermitões, enfim, os desajustados de um mundo que só oferece um molde. Todos nós, que estamos quites com as verdades concordadas, guardamos, lá no fundo, algo que nos perturba, que nos convida para o exílio, que revela nossa porção despatriada. É a parte de nós que aceita a existência das mentiras consensuais, entende que é melhor viver de acordo com o estabelecido, mas que, no íntimo, não consegue dizer amém.
Martha Medeiros
6 de out. de 2011
Rótulos
Diz o velho ditado: “A primeira impressão é a que fica”. Cuidado! Na vida, nem
tudo é sempre assim. Muitas vezes mal conhecemos pessoas e já atribuímos de
imediato rótulos pré-determinados, que não deixam de ser “pré-conceitos”.
Para se conhecer melhor uma pessoa é preciso tempo, muita conversa e muita interação com a vida da outra pessoa. Em determinadas ocasiões nos escondemos atrás de máscaras, como forma de protegermos a nossa intimidade dos transtornos do dia-a-dia. Este tipo de proteção gera uma imagem que não corresponde à verdadeira essência das pessoas.
A partir de hoje, olhe para as pessoas com olhar de esperança e muita fé. Procedendo assim, deixaremos de cometer sérios enganos, que nunca trazem bons frutos no futuro.
Autor Anônimo
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Para se conhecer melhor uma pessoa é preciso tempo, muita conversa e muita interação com a vida da outra pessoa. Em determinadas ocasiões nos escondemos atrás de máscaras, como forma de protegermos a nossa intimidade dos transtornos do dia-a-dia. Este tipo de proteção gera uma imagem que não corresponde à verdadeira essência das pessoas.
A partir de hoje, olhe para as pessoas com olhar de esperança e muita fé. Procedendo assim, deixaremos de cometer sérios enganos, que nunca trazem bons frutos no futuro.
Autor Anônimo
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5 de out. de 2011
RECEITA PARA FELICIDADE
Para fazer felicidade,
pegue meia dúzia de amigos,
descasque as máscaras,
até que fique tudo bem transparente.
Junte duas partes que se separaram,
mas ainda se amam,
até que todos se entendam.
Depois mexa tudo.
Com meio quilo de amor, em uma tigela de amizade,
complete com compreensão e leve ao forno
até que fique tudo dourado e bem sincero.
Para acompanhar, pegue seus sentimentos
e retire os medos, as traições e os rancores,
pois estes amargam muito.
Misture o restante com boas recordações,
música, beijos e abraços de pessoas queridas a seu gosto.
Em hipótese alguma bata na massa, apenas misture:
violência faz com que o amor perca o sabor e a amizade estrague.
O rendimento é de infinitas porções.
Autor
Anônimo
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Anônimo
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4 de out. de 2011
Natureza
Recebemos este PPs de Jaercio Barbosa/SP
Transformamos pra video e inserimos no youtube em nosso canal de aúdio
www.youtube.com/reflitasempre
3 de out. de 2011
DESABAFO!!!!
Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma
vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração
não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se
preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as
garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos
à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e
esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas,
usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo.
Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos
escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro
de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois
quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.
Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas
descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não
nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é
que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as
roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre
novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles
dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não
uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço,
não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado
como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia
máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um
pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo,
não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para
começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina
apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que
exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a
uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio
ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em
vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de
comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora
todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou
sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as
pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas
ou a pé para a escola, ao invés de usar a m ãe como um serviço de táxi
24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de
tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós
não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas
de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente,
mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na
minha época?
(Desconhecido a autoria desta mensagem)
Recebemos de ZCouto/SP
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2 de out. de 2011
Você não precisa disso
Todos são livres para se desvencilhar dos pensamentos, hábitos e atitudes que só
servem para limitar as possibilidades de autodesenvolvimento. Não há porquê em
nos colocarmos para baixo. Ninguém precisa disso. Quando pensamentos negativos e
atitudes destrutivas se tornam cotidianos para uma pessoa, esta acabará
acreditando que tais pensamentos e atitudes são características dela mesma. Mas
isso não será verdade. Tudo isso pode ser deixado para trás e
ultrapassado.
Sabemos muito bem distinguir o que nos ajuda daquilo que nos machuca. Sabemos distinguir o que nos traz crescimento e realização daquilo que é perda de tempo. E não temos que tolerar, nem um minuto, a simples idéia de sermos menos do que podemos ser. Sabemos do que necessitamos e do que somos capazes.
Faça o que precisa ser feito e pare de fazer o que não for preciso. Assuma o controle sobre cada um de seus momentos. Viva suas possibilidades com alegria e determinação.
AD
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Sabemos muito bem distinguir o que nos ajuda daquilo que nos machuca. Sabemos distinguir o que nos traz crescimento e realização daquilo que é perda de tempo. E não temos que tolerar, nem um minuto, a simples idéia de sermos menos do que podemos ser. Sabemos do que necessitamos e do que somos capazes.
Faça o que precisa ser feito e pare de fazer o que não for preciso. Assuma o controle sobre cada um de seus momentos. Viva suas possibilidades com alegria e determinação.
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Vida corrida
Estamos sempre correndo de um lado para outro.
Práticas de meditação e relaxamento são processos altamente positivos, que deveriam ser colocados como prioridade na sua vida. Se você tem uma vida muito corrida, dê o primeiro passo dedicando apenas cinco minutinhos do seu dia para ficar só e bem quieto. Isso mesmo, cinco preciosos minutos para ficar consigo mesmo. Depois, gradativamente, vá aumentando este tempo de reflexão para dez, quinze, vinte até chegar à casa dos trinta minutos. A meditação deixa a mente da gente mais leve e criativa, abrindo canais bem interessantes entre você e o universo.
Autor Anônimo
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Práticas de meditação e relaxamento são processos altamente positivos, que deveriam ser colocados como prioridade na sua vida. Se você tem uma vida muito corrida, dê o primeiro passo dedicando apenas cinco minutinhos do seu dia para ficar só e bem quieto. Isso mesmo, cinco preciosos minutos para ficar consigo mesmo. Depois, gradativamente, vá aumentando este tempo de reflexão para dez, quinze, vinte até chegar à casa dos trinta minutos. A meditação deixa a mente da gente mais leve e criativa, abrindo canais bem interessantes entre você e o universo.
Autor Anônimo
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