13 de set. de 2012
12 de set. de 2012
Recomeçar
Em qualquer situação podemos abrir novas portas, conhecer novos lugares, novas pessoas, ter outros sonhos.
Renovar o nosso compromisso com a vida e assim, renascer para a vida e alcançar a felicidade.
Não importa quem te feriu, o importante é que você ficou.
Não interessa o que te faltou, tudo pode ser conquistado.
Não se ligue em quem te traiu, você foi fiel.
Não se lamente por quem se foi, cada um tem seu tempo.
Não reclame da dor, ela é a conselheira que nos chama de volta ao caminho.
Não se espante com as pessoas, cada um carrega dentro de si, dores e marcas que alteram o seu comportamento, ora estamos felizes e transbordamos de alegria e paz, ora estamos melancólicos e só queremos ficar sozinhos...
O mundo está cheio de novas oportunidades, basta olhar para a terra depois da chuva.
Veja quantas plantinhas estão surgindo, como o verde se espalha mais bonito e forte depois da tempestade.
As portas se abrem para os que não tem medo de enfrentar as adversidades da vida, para os que caíram, mas se levantam com o brilho de vitória nos olhos.
Todo o caminho tem duas mãos, uma que seguimos ainda com passos inseguros, com medo, porque não sabemos ainda o que vamos encontrar lá na frente, na volta, mesmo derrotados, já sabemos o que tem no caminho, e quando um dia, resolvemos enfrentar os nossos medos e fazer essa viagem novamente, somos mais fortes, nossos passos são mais firmes, já sabemos onde e como chegar ao destino, o destino é a vitória, o seu destino é ser feliz, eu creio nisso, e você?
Você está pronto para recomeçar?
O caminho está a tua espera, pé na estrada, coloque um sonho na alma, fé no coração e esperança na mochila, a vida se enche de novidades para os que se aventuram na viagem que conduz a verdadeira liberdade
AD
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11 de set. de 2012
EXISTEM DUAS DORES DE AMOR
Existem duas
dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo
amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda,
de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados
na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa.
Dói também... Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo' propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra.
A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente... E só então a gente poderá amar, de novo.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa.
Dói também... Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo' propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra.
A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente... E só então a gente poderá amar, de novo.
Colabora: Rita Morcerf
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9 de set. de 2012
AS DOENÇAS E VOCÊ
Você sabia que todas as
doenças que temos são criadas por nós ? Que somos 100% responsáveis por tudo de
ruim que acontece no nosso organismo?
"Todas as doenças tem origem num estado de não-perdio", diz a
psicóloga americana Louise L. Hay:
Sempre estamos doentes, necessitamos descobrir quem precisamos perdoar.
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.
Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, se não vale a pena tentar evitá-las:
Sempre estamos doentes, necessitamos descobrir quem precisamos perdoar.
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.
Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, se não vale a pena tentar evitá-las:
DOENÇAS CAUSAS
AMIGDALITE .......................Emoções reprimidas,criatividade
sufocada
ANOREXIA .....................................Ódio externo de si mesmo.
APENDICITE .................................. Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom
ARTERIOSCLEROSE .................... Resistência. Recusa em ver o bem
ARTRITE ............................ Critica conservada por longo tempo
ASMA ...............................................Sentimento contido, choro reprimido
BRONQUITE ..............................Ambiente família inflamado. Gritos, discussões
CÂNCER ..........................................Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo
COLESTEROL ..............................Medo de aceitar a alegria
DERRAME .......................................Resistência. Rejeição a vida
DIABETES .......................................Tristeza profunda
DIARRÉIA ....................................... Medo, rejeição, fuga
DOR DE CABEÇA ..........................Autocrítica, falta de autovalorização
ENXAQUECA .................................Medos sexuais. Raiva reprimida.Pessoa perfeccionista
FIBROMAS .....................................Alimentar mágoas causadas pelo parceiro
FRIGIDEZ .........................................Medo. Negação do prazer
GASTRITE .......................................Incerteza profunda. Sensação de condenação
HEMORRÓIDAS .............................Medo de prazos determinados. Raiva do passado
HEPATITE ........................................Raiva, ódio. Resistência a mudanças
INSÔNIA ..........................................Medo, culpa
LABIRINTITE ...................................Medo de não estar no controle
MENINGITE .....................................Tumulto interior,.Falta de apoio
NÓDULOS ........................................Ressentimento., Frustração. ego ferido
PELE (ACNE) ....................................Individualidade ameaçada.Não aceitar a si mesmo
PNEUMONIA ....................................Desespero. Cansaço da vida
PRESSÃO ALTA ................................Problema emocional duradouro não resolvido
PRESSÃO BAIXA ..............................Falta de amor em criança. Derrotismo
PRISÃO DE VENTRE ........................Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente
PULMÕES ..........................................Medo de absorver a vida
QUISTOS ............................................Alimentar mágoa,. Falsa evolução
RESFRIADOS .............................Confusão mental,desordem,mágoas
REUMATISMO ...................................Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura
RINITE ALÉRGICA ............................. Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição
RINS ....................................................Crítica, desapontamento, fracasso
SINUSITE ............................................Irritação com pessoa próxima
TIRÓIDE .............................................Humilhação
TUMORES ...........................................Alimentar mágoas. Acumular remorsos
ÚLCERAS ............................................Medo. Crença de não ser bom o bastante
VARIZES ..............................................Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado
ANOREXIA .....................................Ódio externo de si mesmo.
APENDICITE .................................. Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom
ARTERIOSCLEROSE .................... Resistência. Recusa em ver o bem
ARTRITE ............................ Critica conservada por longo tempo
ASMA ...............................................Sentimento contido, choro reprimido
BRONQUITE ..............................Ambiente família inflamado. Gritos, discussões
CÂNCER ..........................................Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo
COLESTEROL ..............................Medo de aceitar a alegria
DERRAME .......................................Resistência. Rejeição a vida
DIABETES .......................................Tristeza profunda
DIARRÉIA ....................................... Medo, rejeição, fuga
DOR DE CABEÇA ..........................Autocrítica, falta de autovalorização
ENXAQUECA .................................Medos sexuais. Raiva reprimida.Pessoa perfeccionista
FIBROMAS .....................................Alimentar mágoas causadas pelo parceiro
FRIGIDEZ .........................................Medo. Negação do prazer
GASTRITE .......................................Incerteza profunda. Sensação de condenação
HEMORRÓIDAS .............................Medo de prazos determinados. Raiva do passado
HEPATITE ........................................Raiva, ódio. Resistência a mudanças
INSÔNIA ..........................................Medo, culpa
LABIRINTITE ...................................Medo de não estar no controle
MENINGITE .....................................Tumulto interior,.Falta de apoio
NÓDULOS ........................................Ressentimento., Frustração. ego ferido
PELE (ACNE) ....................................Individualidade ameaçada.Não aceitar a si mesmo
PNEUMONIA ....................................Desespero. Cansaço da vida
PRESSÃO ALTA ................................Problema emocional duradouro não resolvido
PRESSÃO BAIXA ..............................Falta de amor em criança. Derrotismo
PRISÃO DE VENTRE ........................Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente
PULMÕES ..........................................Medo de absorver a vida
QUISTOS ............................................Alimentar mágoa,. Falsa evolução
RESFRIADOS .............................Confusão mental,desordem,mágoas
REUMATISMO ...................................Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura
RINITE ALÉRGICA ............................. Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição
RINS ....................................................Crítica, desapontamento, fracasso
SINUSITE ............................................Irritação com pessoa próxima
TIRÓIDE .............................................Humilhação
TUMORES ...........................................Alimentar mágoas. Acumular remorsos
ÚLCERAS ............................................Medo. Crença de não ser bom o bastante
VARIZES ..............................................Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado
Recebemos da amiga Dolores Santos - Carapicuiba/SP
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8 de set. de 2012
6 de set. de 2012
4 de set. de 2012
ENCONTREI SEU CÃO
Hoje encontrei seu cão. Não, ele não foi adotado por ninguém. Aqui por perto a maioria das pessoas já tem vários cães e quem não tem nenhum não quer um cão. Eu sei que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o deixou aqui, mas ele não encontrou. Quando o vi pela primeira vez ele estava bem longe da casa mais próxima, sozinho, com sede, magro e mancando por causa de um machucado na pata.
Eu queria tanto ser você no momento em que parei na frente dele! Então poderia ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular em teus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não o esqueceria. Poderia ver o perdão nos olhos dele por todo sofrimento e dor que passara na interminável jornada à tua procura. Mas eu não era você. E apesar de minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, os olhos dele viam um estranho. Ele não confiava em mim. Ele não se aproximava.
Então ele se virou e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que o caminho o levaria a você. Ele não entendia porque você não o estava procurando. Ele só sabia que você não estava lá, sabia que precisa te encontrar e que isso era mais importante do que comida, água ou o estranho que poderia lhe dar essas coisas.
Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Nem o nome dele eu sabia! Fui para casa, enchi um balde com água, coloquei comida numa vasilha e voltei para o lugar em que o encontrara. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele estivera descansando ao abrigo do sol. Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa te encontrar.
Aguardei na esperança de que voltasse a buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida fizessem com que confiasse em mim; assim poderia levá-lo para casa, cuidar do machucado da sua pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que você não faria mais parte vida dele. Ele não voltou naquela manhã e a água e a comida permaneceram intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar teu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha que lhe daria o destino que você talvez achasse que o libertaria de todo o sofrimento pelo qual porventura estivesse passando.
Voltei ao mesmo lugar antes do anoitecer e não o encontrei. Na manhã seguinte, retornei e vi que a água e a comida continuavam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamá-lo pelo nome, tua voz lhe é tão familiar!
Comecei a caminhar na direção que ele havia tomado antes, mas sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para te encontrar, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros em 24 horas.
Horas mais tarde e a uma boa distância do lugar onde o vira pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede já não o atormentava, sua fome fora saciada, suas dores haviam passado, o machucado da pata não o atormentaria mais. Seu cão estava morto. Livrara-se do sofrimento. Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei você por não estar ali antes para que eu pudesse ter visto brilho naqueles olhos vazios, nem que só por um instante. Rezei, pedindo que sua jornada o tivesse levado ao lugar que imagino você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá... E sofri, sofri muito, pois sei que se ele acordasse agora e se eu fosse você, os olhos dele brilhariam ao vê-lo e ele abanaria o rabo perdoando-o por tê-lo abandonado.
Autoria Desconhecida
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Eu queria tanto ser você no momento em que parei na frente dele! Então poderia ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular em teus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não o esqueceria. Poderia ver o perdão nos olhos dele por todo sofrimento e dor que passara na interminável jornada à tua procura. Mas eu não era você. E apesar de minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, os olhos dele viam um estranho. Ele não confiava em mim. Ele não se aproximava.
Então ele se virou e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que o caminho o levaria a você. Ele não entendia porque você não o estava procurando. Ele só sabia que você não estava lá, sabia que precisa te encontrar e que isso era mais importante do que comida, água ou o estranho que poderia lhe dar essas coisas.
Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Nem o nome dele eu sabia! Fui para casa, enchi um balde com água, coloquei comida numa vasilha e voltei para o lugar em que o encontrara. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele estivera descansando ao abrigo do sol. Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa te encontrar.
Aguardei na esperança de que voltasse a buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida fizessem com que confiasse em mim; assim poderia levá-lo para casa, cuidar do machucado da sua pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que você não faria mais parte vida dele. Ele não voltou naquela manhã e a água e a comida permaneceram intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar teu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha que lhe daria o destino que você talvez achasse que o libertaria de todo o sofrimento pelo qual porventura estivesse passando.
Voltei ao mesmo lugar antes do anoitecer e não o encontrei. Na manhã seguinte, retornei e vi que a água e a comida continuavam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamá-lo pelo nome, tua voz lhe é tão familiar!
Comecei a caminhar na direção que ele havia tomado antes, mas sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para te encontrar, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros em 24 horas.
Horas mais tarde e a uma boa distância do lugar onde o vira pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede já não o atormentava, sua fome fora saciada, suas dores haviam passado, o machucado da pata não o atormentaria mais. Seu cão estava morto. Livrara-se do sofrimento. Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei você por não estar ali antes para que eu pudesse ter visto brilho naqueles olhos vazios, nem que só por um instante. Rezei, pedindo que sua jornada o tivesse levado ao lugar que imagino você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá... E sofri, sofri muito, pois sei que se ele acordasse agora e se eu fosse você, os olhos dele brilhariam ao vê-lo e ele abanaria o rabo perdoando-o por tê-lo abandonado.
Autoria Desconhecida
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3 de set. de 2012
A CORÇA
Uma
corça sedenta e exausta caminha pelo deserto. Logo, o animal avista a imagem de
um lençol d'água sobre a areia. Começa a correr desesperada ao encontro da
única substância que pode matar sua sede.
A corça é um animal de pequena estatura, arisco e de costume migratório. E uma característica interessante: a corça não suporta o confinamento.
É um animal dotado de olfato privilegiado que lhe possibilita sentir cheiro de água a quilômetros de distância. É capaz ainda de perceber, metros abaixo da superfície, a existência de um lençol de água.
Em regiões desérticas da África e do Oriente Médio, empresas construíram quilômetros de aquedutos sob a superfície terrestre. E as corças sedentas, ao pressentirem a água jorrando pelo interior dos dutos, correm por cima das tubulações na tentativa de encontrarem a nascente, ou então um possível local por onde essas águas pudessem ser alcançadas.
Certo poeta descreveu essa cena da corça farejando água, sob a areia do deserto, do seguinte modo: "Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus." (Sl 42.1-2.)
Note que nesta passagem, Davi faz uma comparação. A sede dele pelo Senhor era comparada ao anseio de uma corça pelas águas. Em se tratando de um homem "segundo o coração o de Deus", creio que esta comparação pode servir de parâmetro para nossa própria busca.
Mas, enfim, como é que a corça suspira e anseia pelas águas?
É com desespero. Gritando, correndo, buscando, farejando. Com sede. Com olfato privilegiado para localizar a fonte certa. Continuamente, todos os dias. Não se permitindo acomodar e fugindo do confinamento.
E nós? Estamos desesperados por Deus? Temos sede de sua presença? Temos corrido, buscado e nos desesperado por mais dele em nossas vidas? Temos buscado na fonte certa, diariamente? Ou temos nos contentado com a mediocridade do nosso "confinamento"?
Cada um de nós pode ter seu próprio "confinamento". Coisas que nos prendem e nos impedem de sair em busca da água fresca que tanto precisamos. Podem ser pessoas, situações ou até mesmo "pequenos reinos" que construímos para nós mesmos ("meu emprego", "meu ministério", "meu evento" etc.).
Precisamos, como a corça, sair e correr. Precisamos de olfato aguçado para ir à fonte certa, que é Cristo. Afinal de contas, existem fontes sem água (2Pedro 2.17), e nuvens sem água (Jd 1.12).
E lembremos das palavras do Mestre: "[...] Quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida." (Ap 22.17.)
Que o Senhor Deus tenha misericórdia de nós e nos guie.
A corça é um animal de pequena estatura, arisco e de costume migratório. E uma característica interessante: a corça não suporta o confinamento.
É um animal dotado de olfato privilegiado que lhe possibilita sentir cheiro de água a quilômetros de distância. É capaz ainda de perceber, metros abaixo da superfície, a existência de um lençol de água.
Em regiões desérticas da África e do Oriente Médio, empresas construíram quilômetros de aquedutos sob a superfície terrestre. E as corças sedentas, ao pressentirem a água jorrando pelo interior dos dutos, correm por cima das tubulações na tentativa de encontrarem a nascente, ou então um possível local por onde essas águas pudessem ser alcançadas.
Certo poeta descreveu essa cena da corça farejando água, sob a areia do deserto, do seguinte modo: "Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus." (Sl 42.1-2.)
Note que nesta passagem, Davi faz uma comparação. A sede dele pelo Senhor era comparada ao anseio de uma corça pelas águas. Em se tratando de um homem "segundo o coração o de Deus", creio que esta comparação pode servir de parâmetro para nossa própria busca.
Mas, enfim, como é que a corça suspira e anseia pelas águas?
É com desespero. Gritando, correndo, buscando, farejando. Com sede. Com olfato privilegiado para localizar a fonte certa. Continuamente, todos os dias. Não se permitindo acomodar e fugindo do confinamento.
E nós? Estamos desesperados por Deus? Temos sede de sua presença? Temos corrido, buscado e nos desesperado por mais dele em nossas vidas? Temos buscado na fonte certa, diariamente? Ou temos nos contentado com a mediocridade do nosso "confinamento"?
Cada um de nós pode ter seu próprio "confinamento". Coisas que nos prendem e nos impedem de sair em busca da água fresca que tanto precisamos. Podem ser pessoas, situações ou até mesmo "pequenos reinos" que construímos para nós mesmos ("meu emprego", "meu ministério", "meu evento" etc.).
Precisamos, como a corça, sair e correr. Precisamos de olfato aguçado para ir à fonte certa, que é Cristo. Afinal de contas, existem fontes sem água (2Pedro 2.17), e nuvens sem água (Jd 1.12).
E lembremos das palavras do Mestre: "[...] Quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida." (Ap 22.17.)
Que o Senhor Deus tenha misericórdia de nós e nos guie.
Helder Assis
Integrante do Ministério de Louvor e Adoração "Sacrifício Vivo" – www.sacrificiovivo.com. Membro da Igreja Evangélica Capela do Calvário, em São Vicente (SP) e colaborador do portal Lagoinha.com
helder@sacrificiovivo.com
Integrante do Ministério de Louvor e Adoração "Sacrifício Vivo" – www.sacrificiovivo.com. Membro da Igreja Evangélica Capela do Calvário, em São Vicente (SP) e colaborador do portal Lagoinha.com
helder@sacrificiovivo.com
1 de set. de 2012
ALMAS QUE SE ENCONTRAM...
Dizem
que para o amor chegar não há dia, não há hora nem momento marcado para
acontecer.
Ele vem de repente e se instala no mais sensível dos nossos órgãos, o coração.
Começo a acreditar que sim. Mas percebo também que pelo fato deste momento não ser determinado pelas pessoas, quando chega, quase sempre os sintomas são arrebatadores.
Vira tudo às avessas e a bagunça feliz se faz instalada.
Quando duas almas se encontram o que realça primeiro não é a aparência física, mas a semelhança d'almas.
Elas se compreendem e sentem falta uma da outra.
Se entristecem por não terem se encontrado antes, afinal tudo poderia ser tão diferente.
No entanto sabem que o caminho é este e que não haverá retorno para as suas pretensões.
É como se elas falassem além das palavras, entendessem a tristeza do outro, a alegria, o desejo, mesmo estando em lugares diferentes.
Quando almas afins se entrelaçam passam a sentir saudade uma da outra num processo contínuo de reaproximação até a consumação.
Almas que se encontram podem sofrer bastante também, pois muitas vezes tais encontros acontecem em momentos onde não mais podem extravasar toda a plenitude do amor que carregam, toda a alegria de amar e querer compartilhar a vida com o outro, toda a emoção contida à espera do encontro fatal. Desejam coisas que se tornam quase impossíveis, mas que são tão simples de viver.
Como ver o pôr-do-sol, caminhar por uma estrada com lindas árvores, ver a noite chegar, ir ao cinema e comer pipocas, rir e brincar, brigar às vezes, mas fazer as pazes com um jeitinho muito especial.
Amar e amar, muitas vezes sabendo que logo depois poderão estar juntas de novo sem que a despedida se faça presente. Porém muitas vezes elas se encontram em um tempo e em um espaço diferentes do que suas realidades possam permitir.
Mas depois que se encontram ficam marcadas, tatuadas e ainda que nunca venham a caminhar para sempre juntas, elas jamais conseguirão se separar..
AD
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