5 de dezembro de 2009

TALVEZ...

Talvez eu venha a envelhecer rápido demais.
Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena.
Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida.
Mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei.
Talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais.
Mas jamais irei me considerar um derrotado.
Talvez em algum instante eu sofra uma terrível queda.
Mas não ficarei por muito tempo olhando para o chão
Talvez um dia o sol deixe de brilhar.
Mas então irei me banhar na chuva.
Talvez um dia eu sofra alguma injustiça.
Mas jamais irei assumir o papel de vítima.
Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos.
Mas terei humildade para aceitar as mãos que se estenderão em minha direção.
Talvez numa dessas noites frias, eu derrame muitas lágrimas.
Mas não terei vergonha por esse gesto.
Talvez eu seja enganado inúmeras vezes.
Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança.
Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros.
Mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho.
Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades.
Mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos.
Talvez algumas pessoas queiram o meu mal.
Mas irei continuar plantando a semente da fraternidade por onde passar.

Talvez eu fique triste ao concluir que não consigo seguir o ritmo da música.
Mas então, farei que a música siga o compasso dos meus passos.
Talvez eu nunca consiga enxergar um arco –íris.
Mas aprenderei a desenhar um, nem que seja dentro do meu coração.
Talvez hoje eu me sinta fraco.
Mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente.
Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias.
Mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma.
Talvez eu me deprima por não ser capaz de saber a letra daquela música.
Mas ficarei feliz com as outras capacidades que possuo.
Talvez eu não tenha motivos para grandes comemorações.
Mas não deixarei de me alegrar com as pequenas conquistas.
Talvez a vontade de abandonar tudo torne-se a minha companheira.
Mas ao invés de fugir, irei correr atrás do que almejo.
Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser.
Mas passarei a admirar quem sou.
Porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor.
E se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado: “ainda não chegou o fim”
Porque no final não haverá nenhum “talvez” e sim a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia.


Sônia Carvalho


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4 de dezembro de 2009

MIGALHAS

3 de dezembro de 2009

FELICIDADE REALISTA

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.
Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade.
Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção.
Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando.
Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.
Faça o que for necessário para ser feliz.
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade."



Mario Quintana


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2 de dezembro de 2009

Posted by Picasa

COMPREENSÃO OU COMPREENDIMENTO...

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?

- Quatro! Responde o aluno.

- Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em tripudiar sobre os erros dos alunos.



- Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala - ordena o professor a seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

- O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.'

Moral da História:

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!

Ás vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou acreditarem que o têm, se acham no direito de subestimar os outros...

E haja capim !!!

(Desconhecido a autoria)


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1 de dezembro de 2009

Contam que Carlyle, o célebre historiador escocês, quando ainda era muito moço, teve uma questão muito grave com um dos seus companheiros. Um dia, sentindo-se insultado, declarou que ia imediatamente exigir satisfações daquele que o havia ofendido.

Um velho professor, informado do caso, aproximou-se de Carlyle e disse-lhe:
Meu caro amigo. Tenho longa experiência de vida e conheço as conseqüências tristes dos atos impetuosos.
Um insulto é como a lama que cai em nossa blusa. A lama pode ser retirada facilmente, com uma simples escova, quando já está seca.
Deixe secar primeiro. Não seja apressado. Espere até que se acalme, e verá como tudo será facilmente resolvido.

Carlyle aceitou o conselho do professor, e o resultado foi tão feliz que, no dia seguinte, o colega que o insultara veio lhe pedir desculpas.
Malba Tahan, nesta rica passagem, vem nos dizer que, dada a grande diversidade de temperamentos e caracteres humanos, não nos é possível viver em paz com o próximo, sem refrearmos a ira, e insistirmos na prática da mansidão.
Nenhuma resolução sadia pode ser tomada com ímpeto.
Às vezes, numa ação impensada, numa reação violenta, podemos comprometer séculos e séculos de nossas existências.

Alguns segundos de invigilância, permitindo que um pequeno ato de vingança se externe, pode gerar um compromisso imenso para o futuro, através da lei de causa e efeito, que prevê a colheita obrigatória de tudo aquilo que livremente plantamos.
Vale a pena esperar.
Vale a pena o esforço de conter um impulso naquele momento em que o nervosismo procura reinar.

Contar até dez.
Tomar um banho frio.
Fazer uma oração, pedindo auxílio a Deus.
Parar tudo que estamos fazendo e refletir para não reagir sem pensar.
Vale a pena o esforço.
Vale a pena ter calma.
Se algum dia você for vítima de uma violência, não revide.
Quando receber injúrias, não procure se defender atacando.
Se for caluniado, não acumule ódio e ressentimento em sua alma.
Sabemos que é difícil compreender, perdoar, ainda, mas precisamos começar, precisamos desenvolver esta virtude em nossos corações.
Os maiores beneficiados com isso seremos nós mesmos, pois não seremos mais depósitos de sentimentos impuros, desequilibrados, que insistem em nos fazer infelizes.

Deixe secar primeiro.

***

A terra recebeu, na figura de um homem muito simples, um grande defensor da não-violência.

Mahatma Gandhi, o líder religioso indiano que comandou centenas de hindus, foi a lição viva da desnecessidade da violência para resolver problemas.
Eis aqui um sábio pensamento seu:
"não-violência e covardia são termos contraditórios.
A não-violência é a maior das virtudes, enquanto a covardia é o maior dos vícios."
A não violência provém do amor, a covardia do ódio.
A não-violência sempre sofre, enquanto a covardia sempre gera o sofrimento.
A perfeita não-violência é a maior das bravuras.
Sua conduta não é jamais desmoralizante, enquanto a forma da covardia se conduzir sempre o é.

Recebemos do
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30 de novembro de 2009

AS VOLTAS DA VIDA...

A felicidade pode existir em cada momento e em cada situação.
Se seu trabalho é maçante, é porque você escolheu enxergá-lo desse jeito.
Se seu vizinho é desagradável, é porque você o considera assim.
Aceite as coisas como elas são.
Encontre o lado bom das coisas ao seu redor.
Nada o fará feliz até que você decida ser feliz.
Aceite as coisas como elas são e você terá o poder de torná-las o que você quiser.
Nada tem o poder de fazê-lo feliz, mas você tem o poder de extrair felicidade de qualquer coisa.
Luta e conflito, riso e alegria, lágrimas e sorrisos, são todos parte da mesma abundante e incrível sinfonia que é a vida. A riqueza de estarmos vivos nunca é condicional.
Ela não é feita apenas de diversão, mas você realmente gostaria que fosse assim?
Regozije-se com as voltas que sua vida dá, pois é disso que ela é feita.

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(Autoria desconhecida)

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29 de novembro de 2009



PERCA O TEMPO


Hoje em dia as pessoas, de um modo geral, temem muitas coisas e situações e por isso se sentem inseguras.
Saem de casa só quando não tem outro jeito, por temer a violência. Não fazem amigos porque temem se aproximar de alguma pessoa indesejável.
Deixam de conhecer alguém especial por temor de estreitar laços com estranhos.
Perdem oportunidades de adquirir novos conhecimentos porque temem não ter capacidade para aprender.
Evitam expor seu verdadeiro caráter por temer o julgamento dos outros e a não aceitação.
Não se entregam a um grande amor por medo de sofrer.
Abdicam de ocupar uma posição melhor na empresa porque temem não dar conta do recado.
Não abrem mão de costumes e idéias cristalizadas por medo de enfrentar o que é diferente ou é novo.
Deixam de fazer investimentos por temor de uma mudança brusca na economia.

Como se pode perceber, o temor é um grande obstáculo ao progresso e à felicidade de muitas criaturas, na face da Terra.
Assim, se você é uma dessas pessoas que guarda temor de alguma coisa, pense nas muitas vantagens que teria se superasse esse grande obstáculo.
Perca o medo de ser vulnerável e sinta a emoção de um abraço de ternura.
Perca o temor de trovoada, e admire os benefícios que os raios luminosos trazem à atmosfera terrestre.
Perca o temor de viver o bem que já sabe e sinta a leveza de uma consciência tranqüila.
Perca o medo de ser simples e desfrute o prazer da verdadeira liberdade.
Perca o temor do vento, e observe a grande contribuição dessa maravilhosa força que espalha sementes e acalma o calor.
Perca o medo de perder tempo e viaje no murmurar de um riacho, alce vôo com as andorinhas, ouça a música do entardecer, fale com as estrelas, diga à lua para levar um recado ao seu amor que está distante.
Perca o medo de se arriscar e retire as grandes lições que trazem as derrotas.
Perca o temor de superar seus limites e contemple os horizontes que estão além das montanhas. Perca o medo do amanhã, e receba de presente o hoje.
Perca o temor de dar o primeiro passo e prepare-se para a alegria da chegada.
Perca o temor de não estar sempre com a razão e aprenda com a sabedoria dos outros. Liberte-se do medo da morte e ganhe a imortalidade.
Abandone a culpa e prepare-se para as alegrias de uma vida de acertos.
Perca o medo de ser feliz, e abrase para gozar tudo o que a vida oferece de útil e agradável.
Perca o medo de errar, e prepare-se para a chegada vitoriosa.
Perca o temor das cicatrizes e renda-se ao inebriante poder do amor.
..........................
Se você sente que o temor está sendo um empecilho a deter seus passos, livre-se dele e verá que o horizonte irá se abrir naturalmente.
E se, ao caminhar na direção desse horizonte, você perceber que ele se afasta de você na mesma proporção, não desanime, pois a finalidade do horizonte é essa mesma: a de fazer você caminhar para frente e para o alto.
Sem temores nem incertezas.

A.D


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28 de novembro de 2009

Não importa o tamanho dos grandes desafios que você já conquistou em sua vida, não importa a riqueza que já acumulou, não importa o poder e o respeito que já atingiu, haverá sempre um novo desafio em sua frente. Na verdade, quanto mais alto você sobe, maiores ficarão os desafios.
Junto aos desafios você sempre irá encontrar as oportunidades.
E para vencê-los sempre haverá necessidade de vigor, coragem, força e perseverança.

Quem pensa que encontrará a felicidade quando ficar livre dos desafios,
ficará decepcionado por que este dia jamais chegará.
E para aqueles que esperam por melhores dias para começar a agir, estão perdendo valiosos anos de sua preciosa vida.
Feliz é a pessoa que tem capacidade para vencer os desafios que encontra.

Então encontre os seus desafios e aja rapidamente e com competência para vencê-los.
Trabalhe seriamente sobre eles e se sentirá vivo e feliz.

Sucesso não vem da ausência de desafios, mas da sempre ampliada capacidade para vencê-los e beneficiar-se deles.
Os desafios são crescentes, mas você é capaz.
Enfrente-os e seja feliz...

Desconhecido a autoria enviada por
Josy Siqueira-PB



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27 de novembro de 2009

BRINQUE

As crianças processam rapidamente uma grande quantidade de informações sobre o mundo. Em um curto espaço de tempo, elas aprendem a falar e entender a fala, a comer, a andar e muitas outras coisas.

Durante esse período de intenso aprendizado, elas passam boa parte do tempo brincando.

Leve em consideração o valor de brincar. É uma atividade de baixo risco que permite a você baixar a guarda. Não importa realmente se você perde algum jogo – isso não vai tirar sua casa de você. Numa atividade de tão baixo risco como brincar, você fica mais aberto a novas idéias e novas formas de pensar.

Brincar é relaxante. É uma oportunidade de conhecer gente e dividir experiências positivas. Pode ser desafiante e instrutivo. Pode gerar autoconfiança. E claro que é divertido. Se não for divertido, não é brincadeira.

Separe sempre algum tempo para brincar. Faça algo somente para se divertir. Você pode acabar aprendendo algo novo.


Desconhecido a autoria.

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26 de novembro de 2009

ENVELHECER É UMA DADIVA...

25 de novembro de 2009

O ROUXINOL E A FLOR

Um rouxinol vivia no jardim de uma casa.
Todas as manhãs, uma janela se abria e um jovem comia seu pão, enquanto
olhava a beleza do jardim.
Sempre caiam farelos de pão no parapeito da janela.
O rouxinol comia os farelos, acreditando que o jovem os deixava de propósito para ele.
Assim, criou um grande afeto por aquele que se preocupava em alimentá-lo, ainda que com migalhas.

Um dia, o jovem se apaixonou.
Mas, ao se declarar, sua amada impôs uma condição para retribuir seu amor:
Que na manhã seguinte ele lhe trouxesse a mais linda rosa vermelha.
O jovem percorreu todas as floriculturas da cidade, mas sua busca foi em vão. Nenhuma rosa...Muito menos vermelha, desolado, ele foi pedir ajuda ao jardineiro de sua casa.
O jardineiro declarou que ele poderia presenteá-la com petúnias, violetas, cravos...
Qualquer flor, menos rosas.
Elas estavam fora de época; era impossível conseguí-las naquela estação.
O rouxinol, que escutara a conversa, ficou penalizado com a desolação do jovem...
Teria que fazer algo para ajudar seu amigo a conseguir a flor.
A ave então procurou o Deus dos Pássaros, que falou:
- Você pode conseguir uma rosa vermelha para o seu amigo...
...mas o sacrifício é grande e poderá custar-lhe a vida!
- Não importa, respondeu a ave. O que devo fazer?
- Assim farei, respondeu a ave. É para a felicidade de um amigo!
- Bem, você terá que se emaranhar em uma roseira, e ali cantar a noite toda, sem parar.
O esforço é muito grande; seu peito pode não agüentar...
Quando escureceu, o rouxinol emaranhou-se em meio a uma roseira que ficava em frente a janela do jovem.
Ali, pôs-se a cantar eu canto mais alegre, pois precisava caprichar na formação da flor.
Um grande espinho começou a entrar no peito do rouxinol, e quanto mais ele cantava, mais o espinho entrava em seu peito.
Mas o rouxinol não parou.
Continuou seu canto, pela felicidade de um amigo.
Um canto que simbolizava gratidão, amizade.
Um canto de doação, até mesmo da própria vida!
Pela manhã, ao abrir a janela, o jovem se deteve diante da mais linda rosa vermelha, formada pelo sangue do rouxinol.
Nem questionou o milagre, apenas colheu a rosa.
Ao olhar o corpo inerte da pobre ave, o jovem disse:
Que ave estúpida! Tendo tantas árvores para cantar, foi se enfiar justamente em meio a roseira que tem espinhos.
Pelo menos agora dormirei melhor, sem ter que escutar seu canto chato.
É muito triste, mas infelizmente...
Cada um dá o que tem no coração...
Cada um recebe com o coração que tem...

(Oscar Wilde)
Versão em português: Lázaro Curvêlo Chaves - julho de 2005
Informações encontrada no site
http://www.culturabrasil.pro.br/orouxinolearosa.htm


ENVIADO POR SILVANA CALIXTO-MG

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24 de novembro de 2009


Miolo de Pão

Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para seu marido, ficando com o miolo.

Pensou ela: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu desejo."

Para sua imediata surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:

"Muito obrigado por este presente meu amor! Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir!"

Assim é a vida... muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade.

Diálogo, franqueza, com delicadeza sempre, são o melhor remédio.

Fonte - http://viverbemparavivermuito.blogspot.com/


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O SILENCIO DA ALMA

23 de novembro de 2009

A vida é feita de contrastes,
tipo imagem no espelho
onde vemos tudo ao contrário:
quem mais amamos não nos ama,
e quem nem imaginamos suspira por nós.

Sonhamos com um curso e fazemos outro,
queremos uma viagem e ela nunca acontece,
criamos quadros de felicidade,
que desmoronam sozinhos com a dura realidade,
e nos perguntamos sempre: por quê?

Nem sempre encontramos o mar que desejamos,
se queremos navegar, queremos o mar sereno,
se queremos surfar, rezamos pelas ondas altas,
e se vamos pescar, preferimos calmaria,
como agradar tanta gente e tantos sonhos?

Através dos contrastes, a vida vai ensinando,
que até o ódio é uma forma contrária de amar,
que a nossa tristeza é sempre passageira,
que à alegria sim, é a nossa companheira,
e que se um sonho é destruído,
outro deve ser colocado em seu lugar

Por tantos contrastes, podemos dizer:
"aprendemos com a dor a valorizar ainda mais,
as conquistas que a vida proporciona,
com fé, esperança e amor."

Recebemos de Portal Diabetesnet



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22 de novembro de 2009

MEDO DE TENTAR

Aprenda que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprenda que nunca se deve dizer
a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes, e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprenda que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mais isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame,não significa que esse alguém não sabeamar, contudo, o ama como pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabe como demonstrar ou viver isso.

Aprenda que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender
a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma seriedade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprenda que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprenda que o tempo não é algo que possa
voltar para trás, portanto, plante seu jardim
e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores...

E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, SENÃO FOSSE O MEDO DE TENTAR.

Enviada por Adriana Valvassori



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21 de novembro de 2009

ETAPA FINAL

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos:
seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará:
não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo:
diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão

Fernando Pessoa


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20 de novembro de 2009

A DOR

A dor é uma lição a ser aprendida.
Prestando atenção à dor, podemos superá-la.

É doloroso tocar um ferro quente.
Se você deixar de aprender pela experiência, a dor vai voltar cada vez que tocar o ferro quente.
Quando você aprende a lição que a dor tem para lhe ensinar e evita tocar no ferro quente, nunca mais terá que sentir essa dor.

O que você pode aprender com a dor?
Em toda dor existe uma lição.
Às vezes, a lição é evitar os erros.
Outras vezes, a lição é aprender a aceitar, valorizar e triunfar sobre os desafios que encaramos.

Você já aprendeu que tudo tem seu preço?
Ou a dor ainda está tentando lhe ensinar isso?
Você já aprendeu a viver com propósito e foco?
Ou ainda está sofrendo a dor de aprender essa lição?

Liberte-se da dor aprendendo o que ela tem a lhe ensinar.

(A.D)


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