30 de abr de 2014

Se vai tentar, siga em frente 0



Se vai tentar
siga em frente.
Senão, nem comece!
Isso pode significar perder namoradas
esposas, família, trabalho…e talvez a cabeça.
Pode significar ficar sem comer por dias,
Pode significar congelar em um parque,
Pode significar cadeia,
Pode significar caçoadas, desolação…
A desolação é o presente
O resto é uma prova de sua paciência,
do quanto realmente quis fazer
E farei, apesar do menosprezo
E será melhor que qualquer coisa que possa imaginar.
Se vai tentar,
Vá em frente.
Não há outro sentimento como este
Ficará sozinho com os Deuses
E as noites serão quentes
Levará a vida com um sorriso perfeito
É a única coisa que vale a pena.
(Charles Bukowski)

Arrependimentos mais comuns de quem está no fim da vida

  


Bronnie Ware é uma enfermeira australiana que trabalhou durante muito tempo com pacientes perto do fim da vida, pacientes terminais.
Nesse trabalho tão delicado ela acompanhou todos os sentimentos das pessoas que se vêem em seus últimos dias de vida e começam a refletir sobre seus arrependimentos e o que poderiam ter feito diferente se pudessem voltar atrás.
Ela escreveu sobre os cinco mais comuns:
1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira para mim, e não a vida que os outros esperavam de mim. 
Este foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinham honrado a metade dos seus sonhos e morreram sabendo que era devido às escolhas que fizeram, ou deixaram de fazer. É muito importante tentar realizar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que poucos percebem, até que já a não têm mais.
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto. 
Isto veio de todos os pacientes do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam o crescimento de seus filhos e o companheirismo do parceiro.
As mulheres também citaram este arrependimento, mas como a maioria era de uma geração menos recente, muitos dos pacientes do sexo feminino não tinham sido chefes de família.
Todos os homens que eu acompanhei se arrependeram profundamente de passar tanto tempo da sua vida com foco excessivo no trabalho.
Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não ter que precisar de um salário tão alto quanto você acha.
E criando mais espaço em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, mais adequado ao seu novo estilo de vida.
3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos. 
Muitas pessoas resguardaram seus sentimentos para manter a paz com os outros.
Como resultado, tiveram uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam, como resultado. Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora as pessoas possam reagir quando você muda a maneira de falar com honestidade, no final a relação fica mais elevada e saudável. Se não ficar, é um relacionamento que não vale a pena guardar sentimentos
ruins. Você ganha de qualquer maneira.
4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos. 
Muitas vezes os pacientes terminais não percebiam os benefícios de ter por perto antigos e verdadeiros amigos até a semana da sua morte, e nem sempre foi possível encontrá-los.
Muitos haviam se tornado tão centrados em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro se diluírem ao longo dos anos. Havia muitos arrependimentos por não
dar atenção a estas amizades da forma como mereciam. Todos sentem falta de seus amigos quando estão morrendo. É comum que qualquer um, em um estilo de vida agitado,
deixe escapar amizades. Mas quando você se depara com a morte se aproximando, os detalhes caem por terra. Não é dinheiro, não é status, não é posse.
Ao final, tudo se resume ao amor e relacionamentos. Isso é tudo o que resta nos dias finais: amor.
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz. 
Muitos não perceberam, até ao final da sua vida, que a felicidade é uma escolha.
Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto”. O medo da mudança os faziam se fingir aos outros e a si mesmos, enquanto lá no fundo ansiavam rir e ter coisas alegres e boas na vida novamente.
“A vida é muito curta para não ser incrível!”

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Formas de se manter criativo

 

  1. Fazer listas
  2. Levar um notebook em qualquer lugar
  3. Tentar a escrita livre
  4. Tirar leite de pedra a partir de um computador
  5. Ser de outro mundo
  6. Parar de se bater
  7. Fazer pausas
  8. Cantar no chuveiro
  9. Beber café/chá
  10. Conhecer suas raízes
  11. Ouvir música nova
  12. Estar aberto
  13. Cercar-se de pessoas criativas
  14. Obter feedback
  15. Colaborar
  16. Não desistir
  17. Praticar, praticar, praticar
  18. Permitir-se cometer erros
  19. Ir a lugares novos
  20. Assistir filmes estrangeiros
  21. Contar suas bênçãos
  22. Obter lotes de descanso
  23. Assumir riscos
  24. Quebrar as regras
  25. Fazer mais do que faz você feliz
  26. Não se forçar
  27. Ler uma página do dicionário
  28. Criar um quadro
  29. Deixar de tentar ser alguém perfeito
  30. Anotar as ideias
  31. Limpar seu espaço de trabalho
  32. Divertir-se
  33. Terminar algo

24 de abr de 2014

SINAIS DE ALARME

Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão:
quando entramos na faixa da impaciência;
quando acreditamos que a nossa dor é a maior;
quando passamos a ver ingratidão nos amigos;
quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;
quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;
quando reclamamos apreço e reconhecimento;
quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;
quando passamos o dia a exigir esforço, sem prestar o mais leve serviço;
quando pretendemos fugir de nós mesmos, através da gota de álcool ou da pitada de entorpecente;
quando julgamos que o dever é apenas dos outros.
Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas ideias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos, a prudência de parar no socorro da prece ou na luz do discernimento.

Scheilla
Chico Xavier

21 de abr de 2014

Do sonho à realização



"Tudo começa com o sonho, que é a face visível do desejo de Deus. 
Possuído pelo sonho, o homem trabalha... 
E do trabalho a obra nasce! 

Todas as obras nascem do sonho... 
Primeiro o sonho do jardineiro, depois o jardim. 
Primeiro o sonho do grafiteiro, depois o grafite. 
Primeiro o sonho do padeiro, depois o pão. 

A obra pronta é fascinante! 
Ela faz parar o pensamento... 
Mas, passado o momento de encantamento, a inteligência se impõe. 
Ela deseja entender...

Quis então sonhar o sonho do qual o Aprendiz nasceu..."

(Rubem Alves in Aprendiz de Mim)

O COMBOIO DA VIDA


A nossa vida é como uma viagem de trem... Cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques.
Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais. Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinho, proteção, amor e afeto. Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio, outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. Neste trem há também os que passam de vagão em vagão, prontas para ajudarem quem precisa. Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles, mas não nos impede de atravessarmos nosso vagão, mesmo com grande dificuldade, e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.
Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas... Sabemos que esse trem jamais volta. Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor... Lembremos sempre que, em algum momento do trajeto, pessoas poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso. Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. Certamente alguém nos entenderá.
O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos. E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos
amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido. Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com uma bagagem maior que a que tinham quando embarcaram. E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.
(Autor Desconhecido)

20 de abr de 2014

MIOLO DE PÃO





Um casal tomava café no dia das suas Bodas de Ouro. A mulher passou a
manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo.
Pensou ela:
"Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e,
por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu
desejo."
Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem
fim e ele lhe disse:
* Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre
quis comer a casca do pão. Mas como você sempre gostou tanto dela, eu
jamais ousei pedir!
Assim é a vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade
Alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade e principalmente pela
Dos outros...

Diálogo e franqueza, com delicadeza sempre, são o melhor remédio.
Lembre-se disso antes de julgar o que você acreditar ser o melhor para
qualquer pessoa que não seja você mesmo!!!

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PÁSCOA



          É sabido que por meio dos alimentos reconhecemos um pouco da história, dos costumes e tradições de alguns povos. Talvez a culinária judaica seja a representação máxima dessa idéia. Seus ingredientes são muito mais do que uma simples comida no prato. Através de cada combinação pode-se traçar um roteiro da história deste povo guerreiro que ainda preserva a sua cultura. A culinária recebe o nome de Kasher ou Kosher (puro) e estabelece o que deve ou não ser ingerido. Conforme o livro sagrado, Torá, só podem ser consumidos animais de quatro patas e casco fendido, como, por exemplo, a carne bovina, (Carnatzlach) e o cordeiro (Berinjela Recheada com Cordeiro). Os porcos são proibidos porque não mastigam. Já entre as aves permitidas estão o frango (Frango Gan Eden), o pato e o peru.
          O cardápio é rico em vegetais, galinha, cereais e batata. Destaque para as ervas que aromatizam os pratos sempre pobres em molhos. Da frase, "Não cozinharás o cabrito no leite de sua própria mãe", vem uma das principais restrições, que proíbe o consumo da carne com leite no mesmo prato, além da mesma faca para cortar queijos e carnes. Apesar da culinária judaica ser passada de geração para geração durante muitos séculos, os métodos não são tão rígidos, pois dependem do lugar em que os judeus estão. É que ao longo do tempo, os judeus acabaram se espalhando para diversos cantos do mundo e, conseqüentemente, tiveram de adaptar o paladar e os costumes gastronômicos conforme os ingredientes típicos de cada região. A culinária judaica não existe, mas sim o modo judaico de preparar a culinária de outros países. É resgatado o que vem dos ancestrais, tanto da culinária israelense, como também dos árabes e europeus, principalmente da Península Ibérica (Portugal e Espanha). Por isso, os risotos, típicos da Itália, recebem abóbora. Já a típica Paella espanhola é feita somente com frango, pois se acredita que frutos do mar são os restos do oceano.
          A tradição culinária também é mantida conforme momentos históricos e religiosos.
Na Páscoa ou Pêssach (passagem), o fermento é proibido. Quando os hebreus fugiram do Egito em busca da terra prometida, não tiveram tempo de esperar crescer o pão que os alimentaria durante a jornada. Isso explica a substituição da farinha de trigo, da cevada, do centeio e da aveia por alimentos feitos a base de matzá (fécula de batata), que é livre de fermento. Com esse ingrediente é preparado o pão ázimo, o matzot, consumido durante os oito dias de celebração.

          Diferente dos católicos, os judeus seguem o calendário lunar. Por esta razão, iniciam a celebração de Páscoa na noite do dia 12 de abril quando surgem as primeiras estrelas.
No primeiro dos oitos dias em que se comemora a libertação dos hebreus e a diáspora, a família se reúne para o Seder (Ceia), onde são servidos alimentos que recordam o sofrimento do povo judeu daquela época. O Pessach marca, portanto,  o nascimento dos judeus como povo há mais de três mil anos, comemorando a libertação dos filhos de Israel da escravidão - sob a liderança de Moisés e a busca pela Terra Prometida - além da negação do antigo sistema e modo de vida egípcio.Assim, festeja-se a liberdade espiritual juntamente com a liberdade física. A festa também carrega um significado agrícola, já que marca o início do período de colheita na Terra de Israel. O antigo povo de pastores e agricultores comemorava, nessa época, a chegada do momento mais festivo da natureza, que era o início da colheita de cevada e a entrega do ômer - parte da cevada era ofertada a D'us no segundo dia de Pessach. Era um momento de alegria para este povo que vivia em íntimo contato com a terra, de onde extraíam a subsistência. Para a celebração (Ceia) sempre é colocado á mesa um cálice de vinho além de:

- Um prato com osso de perna de cabrito assado que representa o sacrifício do cordeiro no templo e o poder com que Deus retirou o povo do Egito (zeroá)
- Um ovo cozido como símbolo de luto pela perda do Templo de Jerusalém  e a  vida em si (beitzá)
- Raiz forte para lembrar a amargura da escravidão no Egito (maror)
- Ramos de salsa ou salsão simbolizando o renascimento (karpas)
- Uma mistura com vinho, maçãs e nozes que representam o barro utilizado pelos judeus nas edificações construídas no Egito para o  Faraó (charôsset)
- Água salgada simbolizando as lágrimas derramadas por causa da escravidão", o suor do povo na fuga
Peixe Assado com Legumes, além do Guefilte Fish, uma espécie de bolinho feito com peixes de água doce
          Também faz parte da tradição retirar todos os alimentos com fermento do armário (chametz ) e doa-los. Os mais ortodoxos chegam a esterilizar toda a louça antes das refeições de Páscoa. Outra "adaptação" dos mais contemporâneos ocorre na hora da Hagaza (reza), quando são relembrados os episódios da passagem e angústia dos hebreus. Em suma, comemorar o Pessach é expressar o amor à liberdade, valor judaico tradicionalmente preservado.
                                            A quem é de Pessach: Feliz Pessach!!!
                                            Aos demais: Feliz Páscoa !!!



Colabora: Marlene – Essência/ fonte: Matéria de Juliana Paes - Cyber Cook

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7 de abr de 2014




OS RELACIONAMENTOS, AS BRIGAS E AS SEPARAÇÕES

OS RELACIONAMENTOS, AS BRIGAS E AS SEPARAÇÕES


Falar em separação de casais hoje em dia está tão comum, tão banal que as pessoas estão aceitando o fim do relacionamento sem mais nem menos. O duro, é que ambos saem machucados, e isso, mostra que algo além do casal atua nessa separação, uma força superior ao entendimento das pessoas envolvidas que vão levando um amor ao estágio de discussões e brigas sem fim. Onde está o amor, o fogo daquela paixão que uniu o casal? Cadê os beijos ardentes, a roupa bonita, o perfume sensual, as caricias, as primícias do amor? Tudo trocado pelas brigas e cobranças sem fim.
Mas, por que? Por que os casais estão se separando tão facilmente? Por que existem pessoas comemorando seu 34º relacionamento e não sai daquilo, ou seja, tudo começa lindo, tudo parece que vai dar certo, mas basta algum tempo e as coisas se revertem? Há com certeza uma grande força espiritual, que forma uma corrente contra as famílias, isso não tenha dúvidas, afinal, tudo acontece na família, se existirem só famílias estruturadas, amorosas, vivendo na paz, na religiosidade, na moral, na dignidade, o mundo se transforma no paraíso, e tem muita gente, muitas forças que não querem o paraíso, pois vivem do mal, da desgraça alheia, são os urubus da vida, e se você parar para pensar um pouco, vai lembrar de uns 3 ou 4 políticos, uns empresários, vizinhos, e outros que apostam na desgraça alheia para se darem bem.
Mas, só o mal exterior, o mal espiritual é que acaba com um relacionamento? Claro que não, tem um mal interior chamado "orgulho" que é o mais terrível inimigo da paz entre os casais. Esse bichinho anda solto dentro de nós há milhares de anos e mesmo lá, na lama preta do lixão mais afastado do mundo, ele está presente dentro dessa fera mal conhecida chamada "ser humano".
Assim que as discussões começam, as pessoas tentam de todas a maneira provar que tem razão, que ela é quem está certa, e não dão o braço a torcer. Falam juntos e ao mesmo tempo, quando ouvem o outro, é corroendo-se por dentro já pensando na resposta que vai dar. O arrependimento só vem depois que a distância já cuidou de enterrar de vez o amor, ou o pseudo-amor. Você já viu alguém falar baixo e raciocinar em uma briga?
Cada casal, deveria levar na carteira esse pequeno adágio popular, verdadeira fonte de sabedoria, pois, nem Platão foi tão sábio e nem Aristóteles definiu tão bem a atitude de quem quer a paz:
"Quando um não quer, dois não brigam"
Pode imprimir, colocar na carteira, na bolsa, mas, coloque primeiro no seu coração e lute, lute pelo seu relacionamento, não desista, o casamento, a família, o amor são bênçãos de Deus e você merece essa benção.

Kaefeke 

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