4 de dez de 2008

O JORNALEIRO

Havia um jornaleiro que vivia mal humorado, não gostava do que fazia e ficava sempre irritado. Quando as pessoas chegavam, ele pensava: “Já vem alguém me tirar o sossego”.

Diariamente uma jovem ia à banca comprar jornal, mas o jornaleiro sempre a tratava mal, jogando o jornal e achando ruim, pois tinha que fazer o troco repetidamente, dia após dia.

Até que um dia a jovem vai à banca com sua amiga. O jornaleiro pensa: “Já não bastava uma, agora são duas”. Vendo o comportamento do jornaleiro, a amiga pergunta:

- Você compra jornal aqui todos os dias?

- Sim, por quê?

- Este jornaleiro é sempre mal-educado ou é só hoje?

- Ora, este é o jeito dele, cada um é como é.

- Este cara te trata mal assim todos os dias e você continua tratando-o bem, sendo sempre gentil. Ah, se é comigo... Mas me diga, por que você o trata tão bem?

- Sabe minha avó sempre dizia: “que debaixo da “casca grossa” existe uma pessoa que deseja ser apreciada e amada”.

- Então, quer dizer que se uma pessoa te maltrata e ofende, você ainda fica numa boa? Como é que você consegue ter toda essa paciência?

- Bem, se a pessoa está mal-humorada, deve ter lá seus problemas. Não devemos julgar, mas o que eu não posso é deixar que ela decida como eu devo ser. Afinal, somos 100% responsáveis pela nossa felicidade e, para isso, não podemos nos influenciar pelo mal-humor dos outros.

- É, você tem umas idéias malucas, mas, pensando bem, acho que você tem razão, pois as pessoas felizes são as que não esquentam a cabeça.

- É como vovó também dizia: “Gente feliz não enche o saco”.

Autor Anônimo



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