3 de jul de 2012

Preocupação e influência

Uma das melhores maneiras de melhorar nossa consciência sobre o grau de proatividade que atingimos é perceber onde concentramos nosso tempo e nossa energia. Todos temos um amplo espectro de preocupações - saúde, filhos, problemas profissionais e financeiros, a economia do país, dívida externa, guerras, violência, etc... Conforme olhamos para o que se encontra dentro do nosso círculo de preocupações, fica claro que existem coisas sobre as quais não temos controle efetivo, e outras em que podemos interferir. 

Essas últimas - que dependem de nossas atitudes e ações - devem ficar dentro dos limites do círculo de influência, um pouco menos. E, ao determinar em qual dos dois círculos concentramos a maior parte de nosso tempo e energia, podemos descobrir muito sobre nosso grau de proatividade. 

As pessoas proativas concentram seus esforços no círculo de influência; ou seja, elas cuidam do que podem modificar. As pessoas reativas, por outro lado, concentram seus esforços no círculo das preocupações, e seu foco recai na fraqueza dos outros, ou seja, nas circunstâncias que fogem de seu controle. Esse foco resulta em atitudes acusatórias e lamentações, e postura de eterna vítima... 

Enquanto trabalhamos no âmbito do nosso círculo de preocupações, permitimos que os elementos pertinentes a ele nos controlem. Assim, não tomamos as iniciativas proativas necessárias para provocar mudanças positivas. 

Stephen R. Covey no livro "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes"


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