2 de jun de 2010

Você precisa amar a si mesmo antes de poder amar qualquer outra pessoa.
Precisa acreditar nisso se quiser se aprimorar.
Quando somos autocríticos demais, tendemos a nos ressentir com as pessoas
que estão se saindo melhor do que nós.
Ou seja, quando os outros estão se saindo bem em alguma coisa, nós nos
sentimos pouco à vontade, e então criticamos.



Na verdade, essas críticas não têm nada a ver com os outros, mas com o
conceito que temos de nós mesmos...
Quando vemos apenas nossos defeitos, esperamos que os outros também
vejam apenas os nossos defeitos.
Por isso, a triste verdade é que sempre estaremos esperando ser rejeitados.



Compararmos nós mesmos com os outros é uma armadilha.
Sempre haverá pessoas mais talentosas, ricas, inteligentes, espirituosas e populares do que nós.
Nossos pais, professores, amigos e parceiros podem dizer:
“Por que você não age como fulano?”.
E a resposta deve ser só uma: “Porque eu não sou fulano!”...
Em algum ponto, cada um de nós deve concluir:
“Eu sou uma pessoa única.
Não tenho de ser uma xerox de ninguém!”.



E mais! Podemos afirmar:
“Não sou perfeito, mas estou fazendo o melhor que posso com a informação disponível.
Estou tentando me tornar uma pessoa melhor e me aceito como sou no momento”...



Quando paramos de viver nos comparando com os outros, nos sentimos
livres para apreciar – e elogiar – as pessoas...
Amar a si mesmo não é ficar se gabando para todo mundo.
É uma questão de auto-aceitação, de ter noção de suas qualidades tanto quanto de seus defeitos.



Andrew Matthews, no livro "Faça Amigos"






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