14 de dez. de 2011
AMIZADE
AMIGO (a), dificil de explicar mais aí vai alguns significado do que é amizade.
É quem te dá um pedacinho de chão, quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que te faz falta.
Amigo é mais que ombro amigo, é mão estendida, é mão aberta, coração pulsante, costas largas. É quem tentou e fez, e não tem egoísmo de não querer compartilhar o que parendeu.
É aquele que cede e não espera retorno, porque sabe o ato de compartilhar um instante qualquer contigo já o realimenta, e satisfaz.
É quem já sentiu ou vai sentir o mesmo que você.
É a compreensão para o seu cansaço e a insatisfação pra a sua reticência.
É aquele que entende o seu desejo de voar, de sumir devagar, a angústia pela compreensão dos acontecimentos, a sede pelo “por vir”.
É ao mesmo tempo o espelho que te reflete, o óleo derramado sobre suas asas agitadas.
É quem fica enfurecido por enxergar seu erro, querer tanto o seu bem e saber que a perfeição é um sonho.
É o sol que seca suas lágrimas, é a polpa que adocica mais seu sorriso.
Amigo é quem toca na sua ferida numa roda de amigo, acompanha suas vitórias e faz piada amenizando problemas.
É quem sabe viver e ter história pra contar.
É aquele que te ouve ao telefone mesmo quando a ligação é caótica, com o mesmo prazer em que se estivesse olhando em seus olhos.
É aquele que percebe em seus olhos seus desejos, alegrias, tristezas e medo.
Enfim, o “amigo é quem ama em todo o tempo; e para a angústia nasce o irmão’. (Provérbios 17:17)
Recebemos da amiga Maria -
Desconhecemos a autoria
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13 de dez. de 2011
O ESPELHO DE GANDHI
Vale a pena REFLETIR !!!
Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos. Ele respondeu:
A Política, sem princípios;
O Prazer, sem compromisso;
A Riqueza, sem trabalho;
A Sabedoria, sem caráter;
Os Negócios, sem moral;
A Ciência, sem humanidade;
A Oração, sem caridade.
......
A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável;
que as pessoas são tristes, se estou triste;
que todos me querem, se eu os quero;
que todos são ruins, se eu os odeio;
que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio;
que há faces amargas, se eu sou amargo;
que o mundo está feliz, se eu estou contente;
que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva;
que as pessoas são gratas, se eu sou grato.
A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta.
A atitude que eu tomo perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.
"Quem quer ser amado, então ame "
(Mahatma Ghandi)
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Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos. Ele respondeu:
A Política, sem princípios;
O Prazer, sem compromisso;
A Riqueza, sem trabalho;
A Sabedoria, sem caráter;
Os Negócios, sem moral;
A Ciência, sem humanidade;
A Oração, sem caridade.
......
A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável;
que as pessoas são tristes, se estou triste;
que todos me querem, se eu os quero;
que todos são ruins, se eu os odeio;
que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio;
que há faces amargas, se eu sou amargo;
que o mundo está feliz, se eu estou contente;
que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva;
que as pessoas são gratas, se eu sou grato.
A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta.
A atitude que eu tomo perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.
"Quem quer ser amado, então ame "
(Mahatma Ghandi)
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12 de dez. de 2011
Ser Feliz
Se tudo na vida é relativo, relativa também é a idéia que cada um faz da felicidade. Para uns, felicidade é dinheiro no bolso, cerveja na geladeira, roupa nova no armário. Para outros, a felicidade representa o sucesso, a carreira brilhante, o simples fato de se achar importante (ainda que, na verdade, as coisas não sejam bem assim).
Para outros tantos, ser feliz é conhecer o mundo, ter um conhecimento profundo das coisas da Terra e do Ar.
Mas, para mim, ser feliz é diferente... Ser feliz é ser gente, é ter vida! É como dizia o poeta: “É bonita, é bonita, é bonita...”
Felicidade é a família reunida; é viver sem chegada, sem partida; é sonhar, é chorar, é sorrir... Felicidade é viver cercado de amor, é plantar amizade, é o calor do abraço daquele amigo que, mesmo distante, lembrou de dizer “Alô”.
Ser feliz é acordar às cinco da matina, depois de ter ido dormir às três da madrugada, com sono e pra lá de cansado, só pra dar uma pontinha da cama para o filho dormir.
Ser feliz é ter violetas na janela, é chá de maçã com canela, é pipoca na panela, é um CD bem "mela-mela" para esquentar o coração.
Ser feliz é curtir sol radiante, o frio aconchegante, a chuvinha ou o temporal. É enxergar o outro (e sabe-se lá quantos outros que cruzam nossa estrada).
Ser feliz é fazer da vida uma grande aventura, a maior loucura, um enorme prazer. É ser amigo, mas, antes de tudo, é ter amigos, os mais fiéis que puder!
Recebemos esta do Portal diabetenet.com.br
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Para outros tantos, ser feliz é conhecer o mundo, ter um conhecimento profundo das coisas da Terra e do Ar.
Mas, para mim, ser feliz é diferente... Ser feliz é ser gente, é ter vida! É como dizia o poeta: “É bonita, é bonita, é bonita...”
Felicidade é a família reunida; é viver sem chegada, sem partida; é sonhar, é chorar, é sorrir... Felicidade é viver cercado de amor, é plantar amizade, é o calor do abraço daquele amigo que, mesmo distante, lembrou de dizer “Alô”.
Ser feliz é acordar às cinco da matina, depois de ter ido dormir às três da madrugada, com sono e pra lá de cansado, só pra dar uma pontinha da cama para o filho dormir.
Ser feliz é ter violetas na janela, é chá de maçã com canela, é pipoca na panela, é um CD bem "mela-mela" para esquentar o coração.
Ser feliz é curtir sol radiante, o frio aconchegante, a chuvinha ou o temporal. É enxergar o outro (e sabe-se lá quantos outros que cruzam nossa estrada).
Ser feliz é fazer da vida uma grande aventura, a maior loucura, um enorme prazer. É ser amigo, mas, antes de tudo, é ter amigos, os mais fiéis que puder!
Recebemos esta do Portal diabetenet.com.br
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11 de dez. de 2011
Hora de mudar
Este é o primeiro artigo que estou escrevendo em meu apartamento novo. Mudei há uma semana. Fazendo as contas, já mudei de casa mais de 30 vezes. Morei em quatro cidades brasileiras e em três países.Mudei de profissão quatro vezes, de estado civil três vezes. Já tive dezenas de projetos de vida, mudei centenas de vezes de opinião e milhares de vezes de idéia. De mudança eu entendo. Ou acho que entendo...
Descobri, por exemplo, que as pessoas mudam por necessidade ou por desejo. Sentimos necessidade de mudar algo em nossa vida quando as coisas não estão dando certo. Já o desejo está ligado a querer resultados ainda melhores, independentemente de quão bons já sejam os que estamos obtendo. Mudar, portanto, é próprio do ser humano, pois ele sempre tem necessidades e desejos. Será? Vamos analisar algumas contradições que pertencem a esse assunto.
Uma das principais características da nossa sociedade, atualmente, é a crescente velocidade das mudanças. Há tantas, em todas as áreas, que os historiadores estão dizendo que não estamos em um tempo de mudanças, e sim em uma mudança de tempo, como ocorreu na Renascença e na Revolução Industrial. As tecnologias, como o celular e a internet, compõem o principal motor desse fenômeno, mas há outras coisas, como o excesso de informação e a multiplicidade de opções.
Ao contrário do que já foi, hoje são valorizadas as pessoas que mudam. Raul Seixas foi profético quando disse que preferia ser "uma metamorfose ambulante" a "ter aquela velha opinião formada sobre tudo". É claro que não se cobra de ninguém que seja tão maluco-beleza, mas a estagnação paga pedágio dobrado. Somos estimulados, sim, a ser metamorfoses ambulantes, se não por outro motivo, pelo menos para acompanhar as mudanças do mundo, e estas são cada vez maiores e em velocidade crescente.
Mas há pelo menos duas contradições importantes quando o tema é a mudança. O motivo principal que nos obriga a mudar é a manutenção do status. Eu preciso mudar para continuar sendo competitivo, para manter minha cultura em dia, para ser bem informado como sempre fui, para atender às expectativas das pessoas com quem convivo, para não ser considerado antiquado... Ou seja, preciso mudar para continuar sendo o mesmo. Esse é o primeiro paradoxo.
O segundo, é mais agudo: eu sei que preciso mudar,mas bem que preferia deixar como está. Seria tão bom se tudo ficasse quieto, confortável e seguro... Esse sentimento existe porque qualquer mudança pressupõe movimento, gasto de energia, perigo - e são justamente essas as características que a parte mais primitiva de nosso cérebro está programada para evitar. O racional entende que a mudança precisa acontecer, o emocional precisa ser convencido e, mesmo assim, reluta. É duro sair de uma zona de conforto, que é confortável principalmente porque é conhecida...
Mas não temos alternativa. Devemos conviver com nossos dois eus interiores - o que quer mudar e o que quer permanecer.
Apesar de o assunto ser moderno, ele não é novo. Há mais de 25 séculos viveu, na costa da Grécia, um filósofo chamado Heráclito, que, dizem, vivia angustiado com a velocidade das mudanças. Imagine se ele vivesse hoje!
Heráclito teve duas percepções importantes a respeito do tema.A primeira diz respeito ao que ele chamou de "unidade dos opostos". Segundo o filósofo, absolutamente tudo na vida é composto por fenômenos, valores ou tendências totalmente opostas, mas que se complementam.
Um exemplo: se alguém diz que um copo de água está meio vazio, enquanto outro afirma que está meio cheio, ambos estão falando sobre o mesmo copo, e não sobre dois. É o mesmo, mas há opiniões opostas a seu respeito. E essas opiniões não são contraditórias, mas complementares, pois o copo está, de fato, meio cheio e meio vazio. A diferença está apenas no ponto de vista.
O que o sábio Heráclito quis dizer com isso é que as oposições são naturais e nem sequer devemos lutar contra elas, pois estaríamos correndo o risco de negar a própria realidade. A lição que tiramos dessa história é que a realidade é instável por conter os opostos, que, por outro lado, são necessários para a construção do todo.
Os opostos geram a instabilidade que provoca o movimento que determina as mudanças. Daí nasce a segunda observação de Heráclito: "Tudo flui, você não pode banhar-se duas vezes no mesmo rio", pois, na segunda vez, o rio não será o mesmo, uma vez que aquela água já se foi e esta é outra. Ponto para Heráclito. Temos que estar preparados para conviver com os opostos e para nos adaptarmos às novas realidades que surgem o tempo todo.
Mas observe como algumas pessoas têm uma incrível dificuldade para lidar com essas duas situações. E acabam pagando um preço alto por não conseguirem entender a instabilidade dos fenômenos e a oposição dos componentes da realidade. Cuidado! Adaptação não é o mesmo que acomodação.O acomodado não muda, o adaptado muda o tempo todo.
Não precisamos ser metamorfoses ambulantes, mas não podemos ter a velha opinião formada, imutável, irremovível, pétrea. Há uma diferença entre "dualidade" e "impasse". Os opostos de Heráclito compõem dualidade: dia e noite,vida e morte, homem e mulher, inverno e verão. A dualidade pressupõe o uso de "e". O impasse vale-se do "ou". Viveremos tão melhor quanto mais aceitarmos o uso do "e", que pressupõe soma, não divisão.
Mudanças são boas quando trazem acréscimos para nossa vida. O duro é perceber que ir para outro emprego, acabar com um casamento falido, promover alterações no visual e criar novos hábitos de vida, entre outras, são mudanças que acrescentam. Não significam perdas, e sim ganhos... .
As mudanças podem ser traumáticas ou amigáveis, isso vai depender da relação que construímos com elas. E, é claro, vai depender também da expectativa que temos do seu resultado.
Ninguém gosta de mudar para pior. Ou mudamos por conta própria, e sempre para melhor, ou as mudanças acontecerão à nossa revelia - e, nesse caso, não temos garantia de que será para melhor.
(Eugenio Mussak - revista Vida Simples - Novembro de 2006)
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Descobri, por exemplo, que as pessoas mudam por necessidade ou por desejo. Sentimos necessidade de mudar algo em nossa vida quando as coisas não estão dando certo. Já o desejo está ligado a querer resultados ainda melhores, independentemente de quão bons já sejam os que estamos obtendo. Mudar, portanto, é próprio do ser humano, pois ele sempre tem necessidades e desejos. Será? Vamos analisar algumas contradições que pertencem a esse assunto.
Uma das principais características da nossa sociedade, atualmente, é a crescente velocidade das mudanças. Há tantas, em todas as áreas, que os historiadores estão dizendo que não estamos em um tempo de mudanças, e sim em uma mudança de tempo, como ocorreu na Renascença e na Revolução Industrial. As tecnologias, como o celular e a internet, compõem o principal motor desse fenômeno, mas há outras coisas, como o excesso de informação e a multiplicidade de opções.
Ao contrário do que já foi, hoje são valorizadas as pessoas que mudam. Raul Seixas foi profético quando disse que preferia ser "uma metamorfose ambulante" a "ter aquela velha opinião formada sobre tudo". É claro que não se cobra de ninguém que seja tão maluco-beleza, mas a estagnação paga pedágio dobrado. Somos estimulados, sim, a ser metamorfoses ambulantes, se não por outro motivo, pelo menos para acompanhar as mudanças do mundo, e estas são cada vez maiores e em velocidade crescente.
Mas há pelo menos duas contradições importantes quando o tema é a mudança. O motivo principal que nos obriga a mudar é a manutenção do status. Eu preciso mudar para continuar sendo competitivo, para manter minha cultura em dia, para ser bem informado como sempre fui, para atender às expectativas das pessoas com quem convivo, para não ser considerado antiquado... Ou seja, preciso mudar para continuar sendo o mesmo. Esse é o primeiro paradoxo.
O segundo, é mais agudo: eu sei que preciso mudar,mas bem que preferia deixar como está. Seria tão bom se tudo ficasse quieto, confortável e seguro... Esse sentimento existe porque qualquer mudança pressupõe movimento, gasto de energia, perigo - e são justamente essas as características que a parte mais primitiva de nosso cérebro está programada para evitar. O racional entende que a mudança precisa acontecer, o emocional precisa ser convencido e, mesmo assim, reluta. É duro sair de uma zona de conforto, que é confortável principalmente porque é conhecida...
Mas não temos alternativa. Devemos conviver com nossos dois eus interiores - o que quer mudar e o que quer permanecer.
Apesar de o assunto ser moderno, ele não é novo. Há mais de 25 séculos viveu, na costa da Grécia, um filósofo chamado Heráclito, que, dizem, vivia angustiado com a velocidade das mudanças. Imagine se ele vivesse hoje!
Heráclito teve duas percepções importantes a respeito do tema.A primeira diz respeito ao que ele chamou de "unidade dos opostos". Segundo o filósofo, absolutamente tudo na vida é composto por fenômenos, valores ou tendências totalmente opostas, mas que se complementam.
Um exemplo: se alguém diz que um copo de água está meio vazio, enquanto outro afirma que está meio cheio, ambos estão falando sobre o mesmo copo, e não sobre dois. É o mesmo, mas há opiniões opostas a seu respeito. E essas opiniões não são contraditórias, mas complementares, pois o copo está, de fato, meio cheio e meio vazio. A diferença está apenas no ponto de vista.
O que o sábio Heráclito quis dizer com isso é que as oposições são naturais e nem sequer devemos lutar contra elas, pois estaríamos correndo o risco de negar a própria realidade. A lição que tiramos dessa história é que a realidade é instável por conter os opostos, que, por outro lado, são necessários para a construção do todo.
Os opostos geram a instabilidade que provoca o movimento que determina as mudanças. Daí nasce a segunda observação de Heráclito: "Tudo flui, você não pode banhar-se duas vezes no mesmo rio", pois, na segunda vez, o rio não será o mesmo, uma vez que aquela água já se foi e esta é outra. Ponto para Heráclito. Temos que estar preparados para conviver com os opostos e para nos adaptarmos às novas realidades que surgem o tempo todo.
Mas observe como algumas pessoas têm uma incrível dificuldade para lidar com essas duas situações. E acabam pagando um preço alto por não conseguirem entender a instabilidade dos fenômenos e a oposição dos componentes da realidade. Cuidado! Adaptação não é o mesmo que acomodação.O acomodado não muda, o adaptado muda o tempo todo.
Não precisamos ser metamorfoses ambulantes, mas não podemos ter a velha opinião formada, imutável, irremovível, pétrea. Há uma diferença entre "dualidade" e "impasse". Os opostos de Heráclito compõem dualidade: dia e noite,vida e morte, homem e mulher, inverno e verão. A dualidade pressupõe o uso de "e". O impasse vale-se do "ou". Viveremos tão melhor quanto mais aceitarmos o uso do "e", que pressupõe soma, não divisão.
Mudanças são boas quando trazem acréscimos para nossa vida. O duro é perceber que ir para outro emprego, acabar com um casamento falido, promover alterações no visual e criar novos hábitos de vida, entre outras, são mudanças que acrescentam. Não significam perdas, e sim ganhos... .
As mudanças podem ser traumáticas ou amigáveis, isso vai depender da relação que construímos com elas. E, é claro, vai depender também da expectativa que temos do seu resultado.
Ninguém gosta de mudar para pior. Ou mudamos por conta própria, e sempre para melhor, ou as mudanças acontecerão à nossa revelia - e, nesse caso, não temos garantia de que será para melhor.
(Eugenio Mussak - revista Vida Simples - Novembro de 2006)
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10 coisas que levei anos para aprender
1- Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
2- Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
3- Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
4- As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
5- Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6- Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
7- A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
8- Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa (esta nunca falha).
9- Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10- Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
Luis Fernando Veríssimo
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2- Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
3- Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
4- As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
5- Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6- Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
7- A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
8- Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa (esta nunca falha).
9- Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10- Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
Luis Fernando Veríssimo
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Castelos de areia
Sol a pino. Maresia. Ondas ritmadas. Na praia está um menino.
Ajoelhado, ele cava a areia com uma pá de plástico e a joga dentro de um balde vermelho. Em seguida, vira o balde sobre a superfície e o levanta.
Encantado, o pequeno arquiteto vê surgir diante de si um castelo de areia.
Ele continuará a trabalhar a tarde inteira. Cavando os fossos. Modelando as paredes.
As rolhas de garrafa serão as sentinelas. Os palitos de sorvete serão as pontes. E um castelo de areia será construído.
Cidade grande. Ruas movimentadas. Ronco dos motores dos automóveis.
Um homem está no escritório. Em sua escrivaninha, ele organiza pilhas de papel e distribui tarefas. Coloca o fone no ombro e faz uma chamada.
Como que num passe de mágica, contratos são assinados e, para grande felicidade do homem, foram fechados grandes negócios.
Ele trabalhará a vida inteira. Formulando planos. Prevendo o futuro.
As rendas anuais serão as sentinelas. Os ganhos de capital serão as pontes. Um império será construído.
Dois construtores de dois castelos. Ambos têm muita coisa em comum: fazem grandezas com pequeninos grãos...
Constroem algo do nada. São diligentes e determinados. E, para ambos a maré subirá, e tudo terminará.
Contudo, é aqui que as semelhanças terminam. Porque o menino vê o fim, ao passo que o homem o ignora.
Observe o menino na hora do crepúsculo.
Quando as ondas se aproximam, o menino sábio pula e bate palmas.
Não há tristeza. Nem medo. Nem arrependimento. Ele sabia que isso aconteceria. Não se surpreende.
E, quando a enorme onda bate em seu castelo e sua obra-prima é arrastada para o mar, ele sorri...
Sorri, recolhe a pá, o balde, segura a mão do pai e vai para casa.
O adulto, contudo, não é tão sábio assim. Quando a onda dos anos desmorona seu castelo, ele se atemoriza...
Cerca seu monumento de areia, a fim de protegê-lo.
Tenta impedir que as ondas alcancem as paredes. Encharcado de água salgada e tremendo de frio, ele resmunga para a próxima onda.
“É o meu castelo” diz em tom de afronta.
O mar não precisa responder. Ambos sabem a quem a areia pertence...
Talvez você não saiba muito sobre castelos de areia. Mas as crianças sabem.
Observe-as e aprenda. Vá em frente e construa, mas construa com o coração de uma criança.
Quando chegar a hora do pôr-do-sol e a maré levar tudo embora, aplauda.
Aplauda o processo da vida, segure a mão do pai e vá para casa.
..............
A.D
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Encantado, o pequeno arquiteto vê surgir diante de si um castelo de areia.
Ele continuará a trabalhar a tarde inteira. Cavando os fossos. Modelando as paredes.
As rolhas de garrafa serão as sentinelas. Os palitos de sorvete serão as pontes. E um castelo de areia será construído.
Cidade grande. Ruas movimentadas. Ronco dos motores dos automóveis.
Um homem está no escritório. Em sua escrivaninha, ele organiza pilhas de papel e distribui tarefas. Coloca o fone no ombro e faz uma chamada.
Como que num passe de mágica, contratos são assinados e, para grande felicidade do homem, foram fechados grandes negócios.
Ele trabalhará a vida inteira. Formulando planos. Prevendo o futuro.
As rendas anuais serão as sentinelas. Os ganhos de capital serão as pontes. Um império será construído.
Dois construtores de dois castelos. Ambos têm muita coisa em comum: fazem grandezas com pequeninos grãos...
Constroem algo do nada. São diligentes e determinados. E, para ambos a maré subirá, e tudo terminará.
Contudo, é aqui que as semelhanças terminam. Porque o menino vê o fim, ao passo que o homem o ignora.
Observe o menino na hora do crepúsculo.
Quando as ondas se aproximam, o menino sábio pula e bate palmas.
Não há tristeza. Nem medo. Nem arrependimento. Ele sabia que isso aconteceria. Não se surpreende.
E, quando a enorme onda bate em seu castelo e sua obra-prima é arrastada para o mar, ele sorri...
Sorri, recolhe a pá, o balde, segura a mão do pai e vai para casa.
O adulto, contudo, não é tão sábio assim. Quando a onda dos anos desmorona seu castelo, ele se atemoriza...
Cerca seu monumento de areia, a fim de protegê-lo.
Tenta impedir que as ondas alcancem as paredes. Encharcado de água salgada e tremendo de frio, ele resmunga para a próxima onda.
“É o meu castelo” diz em tom de afronta.
O mar não precisa responder. Ambos sabem a quem a areia pertence...
Talvez você não saiba muito sobre castelos de areia. Mas as crianças sabem.
Observe-as e aprenda. Vá em frente e construa, mas construa com o coração de uma criança.
Quando chegar a hora do pôr-do-sol e a maré levar tudo embora, aplauda.
Aplauda o processo da vida, segure a mão do pai e vá para casa.
..............
A.D
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9 de dez. de 2011
Essencial aos olhos
Engraçado, como as coisas acontecem na vida do ser humano. Os dias passam em suas rotineiras horas e, tantas vezes, sequer imaginamos passar por momentos indescritíveis.
Interessante, ainda, como que pequenas coisas, gestos e atitudes, tornam-se de imenso valor a partir do momento que se aprende ser a vida uma grande escola. Pena que nem todos percebam, admitam isso, e passem a maior parte do tempo fixos em si mesmos, nos seus considerados fracassos, deixando de contribuir com o muito que se tem, sim, porque somos partículas que, ao se unirem a outras, tornam-se capazes de mudar o ordem das coisas.
A beleza da vida, certamente, só pode ser contemplada depois que olhos, antes acostumados á luz, e passados por períodos de trevas, voltam a enxergar.
A claridade, inicialmente, incomodará um pouco, mas passado o tempo necessário, será possível enxergar além do que se apresenta diante dos olhos; aos poucos, será possível enxergar a essência das coisas, dos seres, que tanto contribui na fomação de cada um de nós.
Conceda-nos , Deus, olhos capazes de enxergar além das aparências.
A.D
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Interessante, ainda, como que pequenas coisas, gestos e atitudes, tornam-se de imenso valor a partir do momento que se aprende ser a vida uma grande escola. Pena que nem todos percebam, admitam isso, e passem a maior parte do tempo fixos em si mesmos, nos seus considerados fracassos, deixando de contribuir com o muito que se tem, sim, porque somos partículas que, ao se unirem a outras, tornam-se capazes de mudar o ordem das coisas.
A beleza da vida, certamente, só pode ser contemplada depois que olhos, antes acostumados á luz, e passados por períodos de trevas, voltam a enxergar.
A claridade, inicialmente, incomodará um pouco, mas passado o tempo necessário, será possível enxergar além do que se apresenta diante dos olhos; aos poucos, será possível enxergar a essência das coisas, dos seres, que tanto contribui na fomação de cada um de nós.
Conceda-nos , Deus, olhos capazes de enxergar além das aparências.
A.D
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8 de dez. de 2011
A “Catástrofe”
Havia um lugar muito bonito, com belas árvores e flores, um parque verdejante e um lindo jardim. O local era privado de alguns recursos, mas, mesmo assim, um zeloso jardineiro que vivia na região persistia em mantê-lo belo, apesar das dificuldades que o lugarejo apresentava.
A água era pouca, e a terra não era muito fértil. Muitas das flores que se plantavam neste terreno não sobreviviam, ao mesmo tempo em que as circunstâncias precárias proporcionavam o surgimento de algumas ervas daninhas, que teimavam em crescer.
Para dificultar ainda mais o trabalho do jardineiro, havia uma enorme pedra no topo de uma montanha que se erguia na região. Ao início das tardes, a pedra fazia muita sombra no local e prejudicava o crescimento das flores mais delicadas e belas.
O jardineiro trabalhava arduamente, com muito amor, mantendo tudo sempre lindo e em ordem. Porém, era só ele descansar um pouco e pronto! Algumas flores morriam, enquanto as ervas daninhas cresciam rapidamente.
Seu trabalho era reconhecido por todos do lugar, que o admiravam pelo belo jardim que ele fizera nascer e que mantinha com tanto carinho.
Eis que, um dia, ocorreu um grande terremoto em toda a região, seguido de um forte vendaval, que devastou o local. Tudo foi destruído, inclusive o parque e o lindo jardim.
Após a terrível catástrofe, o jardineiro olhava com desolação para o que havia sobrado, lamentando profundamente todo o seu trabalho de anos que havia sido perdido com a catástrofe. Via-se totalmente sem forças só de imaginar o enorme trabalho que teria pela frente caso quisesse refazer o jardim.
Neste momento, notou que a grande pedra no topo da montanha se movimentava, não tardando a precipitar-se, rolando sobre o jardim e destruindo o pouco que havia sobrado. O próprio jardineiro, se não tivesse prestado atenção, morreria, mas conseguiu escapar por pouco de mais um triste acontecimento.
Vendo totalmente destruída a obra que criara por anos a fio, começou a chorar. Não sabia o que pensar. Todos os seus sentimentos estavam confusos e perdidos dentro do seu peito. Por que estas coisas acontecem conosco, pensava ele no seu íntimo. Por quê?
Neste momento ele sentia ir embora suas forças vitais e pensava até mesmo em morrer, de tanto desgosto com o que via pela frente, julgando-se injustiçado pela vida.
O jardineiro chorava copiosamente, mas o dia avançava e as nuvens da destruição começavam a ir embora, enquanto o céu se abria, deixando que o sol voltasse a brilhar novamente sobre o lugarejo.
Nesta hora, ele nota um fio de água que corria pelo meio do jardim e pergunta-se: de onde vem essa água?
Resolveu seguir o fio de água, logo percebendo que ela descia da montanha. Chegando ao topo, depara com o lugar de origem da pedra, de onde, agora, brotava uma fonte.
Enquanto isso, o pequeno fio de água sulcava a terra por onde passava, aumentando rapidamente seu fluxo, logo se tornando uma pequena e linda cascata.
Só então o jardineiro percebeu que, mesmo já avançada a tarde, ainda havia luz do sol sobre o lugar, pois a pedra, que outrora bloqueava a luz do sol, já não estava mais no mesmo lugar. A luz chegava livremente ao jardim, que permaneceu iluminado pelo resto do dia.
Tudo isso deu novo ânimo ao jardineiro, que já passava a ver o ocorrido com outros olhos e, de imediato, começou a mexer na terra.
Nesta hora, o jardineiro teve outra boa surpresa: ao remexer a terra, ela surgia com outra coloração, agora mais negra e rica, trazida do fundo do terreno à superfície pelo terremoto que arruinara o lugar.
Assim, passando a considerar as coisas boas que a “catástrofe” trouxe, com sua experiência de vida e agora reanimado ao ver que tudo pode ser feito ainda melhor, o jardineiro trabalhava, fazendo renascer o jardim, desta vez ainda mais belo e saudável do que antes.
Até hoje, em vez de amaldiçoar aquilo que inicialmente julgou ser uma catástrofe, o jardineiro agradece a oportunidade de ter sobrevivido e poder recomeçar tudo, sob novas condições.
Esta história nos faz perceber que tudo o que acontece em nossas vidas, por mais catastrófico, sofrido e dolorido que possa parecer no momento, sempre deixará algo de positivo.
Se estiver sofrendo com algo muito dolorido, tenha paciência e lembre-se que, daqui a pouco, as nuvens da destruição passarão, e o dia novamente brilhará.
Tenha certeza disto. Nessa hora, olhe para trás e veja o que se pode aprender com tudo o que aconteceu. Assimile as coisas boas do passado e agradeça pela vida que ainda há pela frente e por poder recomeçar, desta vez, melhor.
Marcelo Abrileri
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Para dificultar ainda mais o trabalho do jardineiro, havia uma enorme pedra no topo de uma montanha que se erguia na região. Ao início das tardes, a pedra fazia muita sombra no local e prejudicava o crescimento das flores mais delicadas e belas.
O jardineiro trabalhava arduamente, com muito amor, mantendo tudo sempre lindo e em ordem. Porém, era só ele descansar um pouco e pronto! Algumas flores morriam, enquanto as ervas daninhas cresciam rapidamente.
Seu trabalho era reconhecido por todos do lugar, que o admiravam pelo belo jardim que ele fizera nascer e que mantinha com tanto carinho.
Eis que, um dia, ocorreu um grande terremoto em toda a região, seguido de um forte vendaval, que devastou o local. Tudo foi destruído, inclusive o parque e o lindo jardim.
Após a terrível catástrofe, o jardineiro olhava com desolação para o que havia sobrado, lamentando profundamente todo o seu trabalho de anos que havia sido perdido com a catástrofe. Via-se totalmente sem forças só de imaginar o enorme trabalho que teria pela frente caso quisesse refazer o jardim.
Neste momento, notou que a grande pedra no topo da montanha se movimentava, não tardando a precipitar-se, rolando sobre o jardim e destruindo o pouco que havia sobrado. O próprio jardineiro, se não tivesse prestado atenção, morreria, mas conseguiu escapar por pouco de mais um triste acontecimento.
Vendo totalmente destruída a obra que criara por anos a fio, começou a chorar. Não sabia o que pensar. Todos os seus sentimentos estavam confusos e perdidos dentro do seu peito. Por que estas coisas acontecem conosco, pensava ele no seu íntimo. Por quê?
Neste momento ele sentia ir embora suas forças vitais e pensava até mesmo em morrer, de tanto desgosto com o que via pela frente, julgando-se injustiçado pela vida.
O jardineiro chorava copiosamente, mas o dia avançava e as nuvens da destruição começavam a ir embora, enquanto o céu se abria, deixando que o sol voltasse a brilhar novamente sobre o lugarejo.
Nesta hora, ele nota um fio de água que corria pelo meio do jardim e pergunta-se: de onde vem essa água?
Resolveu seguir o fio de água, logo percebendo que ela descia da montanha. Chegando ao topo, depara com o lugar de origem da pedra, de onde, agora, brotava uma fonte.
Enquanto isso, o pequeno fio de água sulcava a terra por onde passava, aumentando rapidamente seu fluxo, logo se tornando uma pequena e linda cascata.
Só então o jardineiro percebeu que, mesmo já avançada a tarde, ainda havia luz do sol sobre o lugar, pois a pedra, que outrora bloqueava a luz do sol, já não estava mais no mesmo lugar. A luz chegava livremente ao jardim, que permaneceu iluminado pelo resto do dia.
Tudo isso deu novo ânimo ao jardineiro, que já passava a ver o ocorrido com outros olhos e, de imediato, começou a mexer na terra.
Nesta hora, o jardineiro teve outra boa surpresa: ao remexer a terra, ela surgia com outra coloração, agora mais negra e rica, trazida do fundo do terreno à superfície pelo terremoto que arruinara o lugar.
Assim, passando a considerar as coisas boas que a “catástrofe” trouxe, com sua experiência de vida e agora reanimado ao ver que tudo pode ser feito ainda melhor, o jardineiro trabalhava, fazendo renascer o jardim, desta vez ainda mais belo e saudável do que antes.
Até hoje, em vez de amaldiçoar aquilo que inicialmente julgou ser uma catástrofe, o jardineiro agradece a oportunidade de ter sobrevivido e poder recomeçar tudo, sob novas condições.
Esta história nos faz perceber que tudo o que acontece em nossas vidas, por mais catastrófico, sofrido e dolorido que possa parecer no momento, sempre deixará algo de positivo.
Se estiver sofrendo com algo muito dolorido, tenha paciência e lembre-se que, daqui a pouco, as nuvens da destruição passarão, e o dia novamente brilhará.
Tenha certeza disto. Nessa hora, olhe para trás e veja o que se pode aprender com tudo o que aconteceu. Assimile as coisas boas do passado e agradeça pela vida que ainda há pela frente e por poder recomeçar, desta vez, melhor.
Marcelo Abrileri
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7 de dez. de 2011
Boa Noite! Bons sonhos!!!
Que as estrelas lhe tragam bons sonhos,
E a lua possa clarear sua alma.
Que os problemas pelos quais
Você está passando nesse momento,
se resolvam...
Que ao amanhecer venha o sol
clareando o dia, e com ele a certeza
De que nada neste mundo é permanente.
Tudo passa... E isso também passará...
É só ter fé e acreditar...
Tenha uma estrela na mente,
E um sol no coração,
Seja um eterno brilhante com
a força do amor...
Bons sonhos!!!
Recebemos da Amiga Cida/MG
Desconhecemos a autoria
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