
31 de jan. de 2009
ENCONTRE A FELICIDADE
Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade. Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica. Achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros voltam para casa para serem felizes. Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes. Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes.
Uma busca infinda. Anos desperdiçados. Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver! A partir do momento em que decidimos ser felizes,
nossa busca da felicidade chegou ao fim. É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa. E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte. Sempre que dependemos de coisas fora de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir. Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaria um inconformado. As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar e um Deus pra acreditar, seremos felizes.
Saiba: a única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida. Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam
caindo sobre você mesmo.
"Na incerteza do amanhã, aproveite o hoje para ser feliz."
Recebemos do portal
www.diabetenet.com.br
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E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros voltam para casa para serem felizes. Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes. Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes.
Uma busca infinda. Anos desperdiçados. Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver! A partir do momento em que decidimos ser felizes,
nossa busca da felicidade chegou ao fim. É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa. E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte. Sempre que dependemos de coisas fora de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir. Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaria um inconformado. As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar e um Deus pra acreditar, seremos felizes.
Saiba: a única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida. Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam
caindo sobre você mesmo.
"Na incerteza do amanhã, aproveite o hoje para ser feliz."
Recebemos do portal
www.diabetenet.com.br
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30 de jan. de 2009
Se tudo é para ontem, se a vida engata uma primeira e sai em disparada,
se não há mais tempo para paradas estratégicas, caímos fatalmente no
vício de querer que os amores sejam igualmente resolvidos num átimo de segundo.
Temos pressa para ouvir "eu te amo", não vemos a hora de que as regras
de convívio fiquem estabelecidas: somos namorados, ficantes, casados, amantes?
Urgência emocional.
Uma cilada.
Associamos diversas palavras ao amor: paixão, romance, sexo, adrenalina,
palpitação.
Esquecemos, no entanto, da palavra que viabiliza esse sentimento:
paciência. Amor sem paciência não vinga.
Amor não pode ser mastigado e engolido com emergência, com fome desesperada.
É preciso degustar cada pedacinho do amor, no que ele tem de amargo e de saboroso,
no que ele tem de duro e de macio, os nervos do amor, as gorduras do amor,
as proteínas do amor, as propriedades todas que ele tem.
É uma refeição que pode durar uma vida.
Mas não.
Temos urgência.
Queremos a resposta do e-mail ainda hoje, queremos que o telefone toque sem parar,
queremos que ele se apaixone assim que souber nosso nome,
queremos que ela se renda logo após o primeiro beijo, e não toleraremos recusas,
e não respeitaremos dúvidas, e não abriremos espaço na agenda para esperar!
Temos todo o tempo do mundo, dizem uns;
não há tempo a perder, dizem outros.
Ficamos perdidos no meio deste fogo cruzado, atingidos por informações.
Parece que todos sabem mais do que nós, pobres de nós, que só queremos
uma coisa nessa vida: ser amados.
Podemos esperar por todo o resto:
emprego, dinheiro, sucesso, mas não passaremos mais um dia sequer sozinhos.
"Te adoro", dizemos sei lá pra quem, para quem tiver ouvidos e souber responder
"eu também", que a gente está mais a fim de acreditar do que de selecionar.
Urgência emocional.
Pronto-socorro do amor.
Atiramos para todos os lados e somos baleados por qualquer um.
E o coração leva um monte de pontos por causa dessa tragédia: pressa.
Martha Medeiros
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se não há mais tempo para paradas estratégicas, caímos fatalmente no
vício de querer que os amores sejam igualmente resolvidos num átimo de segundo.
Temos pressa para ouvir "eu te amo", não vemos a hora de que as regras
de convívio fiquem estabelecidas: somos namorados, ficantes, casados, amantes?
Urgência emocional.
Uma cilada.
Associamos diversas palavras ao amor: paixão, romance, sexo, adrenalina,
palpitação.
Esquecemos, no entanto, da palavra que viabiliza esse sentimento:
paciência. Amor sem paciência não vinga.
Amor não pode ser mastigado e engolido com emergência, com fome desesperada.
É preciso degustar cada pedacinho do amor, no que ele tem de amargo e de saboroso,
no que ele tem de duro e de macio, os nervos do amor, as gorduras do amor,
as proteínas do amor, as propriedades todas que ele tem.
É uma refeição que pode durar uma vida.
Mas não.
Temos urgência.
Queremos a resposta do e-mail ainda hoje, queremos que o telefone toque sem parar,
queremos que ele se apaixone assim que souber nosso nome,
queremos que ela se renda logo após o primeiro beijo, e não toleraremos recusas,
e não respeitaremos dúvidas, e não abriremos espaço na agenda para esperar!
Temos todo o tempo do mundo, dizem uns;
não há tempo a perder, dizem outros.
Ficamos perdidos no meio deste fogo cruzado, atingidos por informações.
Parece que todos sabem mais do que nós, pobres de nós, que só queremos
uma coisa nessa vida: ser amados.
Podemos esperar por todo o resto:
emprego, dinheiro, sucesso, mas não passaremos mais um dia sequer sozinhos.
"Te adoro", dizemos sei lá pra quem, para quem tiver ouvidos e souber responder
"eu também", que a gente está mais a fim de acreditar do que de selecionar.
Urgência emocional.
Pronto-socorro do amor.
Atiramos para todos os lados e somos baleados por qualquer um.
E o coração leva um monte de pontos por causa dessa tragédia: pressa.
Martha Medeiros
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29 de jan. de 2009
A única coisa que limita nossas conquistas é o pensamento de que não podemos conquistar. Realmente não é novidade para ninguém que as pessoas que dizem que podem, podem, e as que dizem que não podem, não podem.
Um homem diz: “Acho que sempre serei um batalhador”. Aí, ele pára de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque “não adianta mesmo....”. Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida.
Já outro homem diz: “Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso. Trabalharei tanto quanto for necessário; aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar ser. Eu posso!”. E o homem consegue!
Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos. O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade. Ele sempre pode dizer: “É tudo tão difícil! Faça isso por mim”. Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso. E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente.
Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes. Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos.
Em poucas palavras: somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos. Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor.
Andrew Matthews, no livro "Seja Feliz"
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Um homem diz: “Acho que sempre serei um batalhador”. Aí, ele pára de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque “não adianta mesmo....”. Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida.
Já outro homem diz: “Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso. Trabalharei tanto quanto for necessário; aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar ser. Eu posso!”. E o homem consegue!
Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos. O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade. Ele sempre pode dizer: “É tudo tão difícil! Faça isso por mim”. Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso. E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente.
Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes. Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos.
Em poucas palavras: somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos. Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor.
Andrew Matthews, no livro "Seja Feliz"
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28 de jan. de 2009
Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no
peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir
os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo
cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que
estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque
tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por
engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me
parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É.
- Tipo assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do
gênero?
- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
Apesar das óbvias evidências, nenhuma poluição, todo mundo sorrindo,
(ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um
pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis
técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável.
Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além
de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do
conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor você conversar com Pedro , o síndico.
- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim?
(...)
- Pois não?
A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente,
segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações
inesperadas e reagiu rapidinho:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva
bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?
- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima
autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas
técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo
tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição
hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma
proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a
toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar
um upgrade na produtividade sistêmica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo
ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem
faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera
desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas
nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho, implementando um simples
programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um
organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis
psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???...!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a
definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas
factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento
do Grande Acionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo,
encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o
marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de
alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, me parece
extremamente atrativo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um
board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro.
Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e
mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho
certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela
frente vai resultar em um Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for trabalhar com
o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como
funciona o Inferno...
Max Gehringer
(Revista Exame)
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peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir
os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo
cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que
estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque
tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por
engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me
parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É.
- Tipo assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do
gênero?
- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
Apesar das óbvias evidências, nenhuma poluição, todo mundo sorrindo,
(ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um
pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis
técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável.
Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além
de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do
conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor você conversar com Pedro , o síndico.
- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim?
(...)
- Pois não?
A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente,
segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações
inesperadas e reagiu rapidinho:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva
bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?
- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima
autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas
técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo
tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição
hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma
proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a
toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar
um upgrade na produtividade sistêmica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo
ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem
faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera
desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas
nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho, implementando um simples
programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um
organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis
psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???...!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a
definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas
factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento
do Grande Acionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo,
encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o
marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de
alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, me parece
extremamente atrativo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um
board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro.
Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e
mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho
certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela
frente vai resultar em um Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for trabalhar com
o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como
funciona o Inferno...
Max Gehringer
(Revista Exame)
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27 de jan. de 2009
Na vida que em geral levamos há muito pouca solidão.
Mesmo quando estamos sós, nossa vida
está tão repleta de influências,
de conhecimentos, de memórias e experiências, de ansiedade,
aflição e conflito, que nossa mente se torna cada vez mais
embotada e insensível, funcionando numa monótona rotina.
Estamos sós, alguma vez?
Ou estamos transportando conosco todas as cargas do passado?
Conta-se uma história interessante de dois monges que,
caminhando de uma aldeia para outra, encontraram uma jovem sentada
à margem de um rio, a chorar.
Um dos monges dirigiu-se a ela, dizendo: "Irmã, por que choras?".
E ela respondeu: "Estás vendo aquela casa do outro lado do rio?
Eu vim para este lado hoje de manhã e não tive dificuldade
em vadear o rio; mas agora ele engrossou e não posso voltar;
não há nenhum barco.
"Oh! - disse o monge -, "isto não é problema" -
e levantou nos braços a jovem e atravessou o rio, deixando-a na
outra margem.
Em seguida, os dois monges prosseguiram juntos a viagem.
Passadas algumas horas, disse o outro monge:
"Irmão, nós fizemos o voto de nunca tocar numa mulher.
O que fizestes é um horrível pecado.
Não sentiste prazer, uma sensação extraordinária, ao tocar uma mulher?"
E o outro monge respondeu:
- "Eu a deixei para trás há duas horas.
Mas tu ainda a estás carregando, não é verdade?"
Fonte: Almanaque do Pensamento
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Mesmo quando estamos sós, nossa vida
está tão repleta de influências,
de conhecimentos, de memórias e experiências, de ansiedade,
aflição e conflito, que nossa mente se torna cada vez mais
embotada e insensível, funcionando numa monótona rotina.
Estamos sós, alguma vez?
Ou estamos transportando conosco todas as cargas do passado?
Conta-se uma história interessante de dois monges que,
caminhando de uma aldeia para outra, encontraram uma jovem sentada
à margem de um rio, a chorar.
Um dos monges dirigiu-se a ela, dizendo: "Irmã, por que choras?".
E ela respondeu: "Estás vendo aquela casa do outro lado do rio?
Eu vim para este lado hoje de manhã e não tive dificuldade
em vadear o rio; mas agora ele engrossou e não posso voltar;
não há nenhum barco.
"Oh! - disse o monge -, "isto não é problema" -
e levantou nos braços a jovem e atravessou o rio, deixando-a na
outra margem.
Em seguida, os dois monges prosseguiram juntos a viagem.
Passadas algumas horas, disse o outro monge:
"Irmão, nós fizemos o voto de nunca tocar numa mulher.
O que fizestes é um horrível pecado.
Não sentiste prazer, uma sensação extraordinária, ao tocar uma mulher?"
E o outro monge respondeu:
- "Eu a deixei para trás há duas horas.
Mas tu ainda a estás carregando, não é verdade?"
Fonte: Almanaque do Pensamento
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26 de jan. de 2009
Recentemente fui servido por um garçom mal-educado. Sua linguagem corporal
dizia mais ou menos o seguinte:
“quem mandou você vir a este restaurante?”.
Ele demorou 20 minutos para me trazer um cappuccino e, quando chegou,
metade estava no pires.
Conversando, eu lhe perguntei sobre seu trabalho e seu patrão.
Aí ele disse: "É claro que não quero trabalhar para esse cretino o resto da vida”.
Infelizmente o nosso garçom esqueceu um aspecto importantíssimo da vida no local
de trabalho: a gente não trabalha para o patrão; trabalha para si mesmo.
Nenhum empregador é perfeito, e pode ser que seus colegas sejam preguiçosos.
Mas quando você se candidata a um emprego, o seu dever é dar o melhor de si e
não prejudicar o cara que assina os cheques no fim do mês.
Quando você só dá 50 por cento do seu esforço, acaba sofrendo muito mais do que o patrão.
Este, quando muito, sai perdendo algum dinheiro.
Você perde o entusiasmo e a auto-estima, além de um bom pedaço da vida.
Algumas pessoas acreditam que há coisas “boas” e coisas “ruins” para fazer na vida.
Não é assim.
Uma pessoa interessante pode tornar interessante um trabalho tedioso...
Gostar do trabalho é uma escolha.
Há pessoas que são capazes de transformar as piores atividades num prazer!
Elas simplesmente partem do princípio de que o trabalho
deve ser interessante, e pronto!
Em poucas palavras:
você dá o melhor de si não porque precisa impressionar as pessoas.
Dá o melhor porque é a única maneira de gostar do trabalho.
(( Andrew Matthews, no livro "Siga seu coração" ))
***********************************************
dizia mais ou menos o seguinte:
“quem mandou você vir a este restaurante?”.
Ele demorou 20 minutos para me trazer um cappuccino e, quando chegou,
metade estava no pires.
Conversando, eu lhe perguntei sobre seu trabalho e seu patrão.
Aí ele disse: "É claro que não quero trabalhar para esse cretino o resto da vida”.
Infelizmente o nosso garçom esqueceu um aspecto importantíssimo da vida no local
de trabalho: a gente não trabalha para o patrão; trabalha para si mesmo.
Nenhum empregador é perfeito, e pode ser que seus colegas sejam preguiçosos.
Mas quando você se candidata a um emprego, o seu dever é dar o melhor de si e
não prejudicar o cara que assina os cheques no fim do mês.
Quando você só dá 50 por cento do seu esforço, acaba sofrendo muito mais do que o patrão.
Este, quando muito, sai perdendo algum dinheiro.
Você perde o entusiasmo e a auto-estima, além de um bom pedaço da vida.
Algumas pessoas acreditam que há coisas “boas” e coisas “ruins” para fazer na vida.
Não é assim.
Uma pessoa interessante pode tornar interessante um trabalho tedioso...
Gostar do trabalho é uma escolha.
Há pessoas que são capazes de transformar as piores atividades num prazer!
Elas simplesmente partem do princípio de que o trabalho
deve ser interessante, e pronto!
Em poucas palavras:
você dá o melhor de si não porque precisa impressionar as pessoas.
Dá o melhor porque é a única maneira de gostar do trabalho.
(( Andrew Matthews, no livro "Siga seu coração" ))
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25 de jan. de 2009
24 de jan. de 2009
MULHERÃO
Peça para um homem descrever um mulherão.
Ele imediatamente vai falar no tamanho dos seios,
na medida da cintura, no volume dos lábios, nas pernas,
bumbum e cor dos olhos...
Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira, 1,80 m,
siliconada e com um lindo sorriso.
Mulherões, dentro desse conceito, não existem muitas:
Vera Fisher, Malu Mader, Adriane Galisteu, Letícia Spiller,
Lumas e Brunas.
Agora, pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão
e você vai descobrir que tem uma em cada esquina...
Mulherão é aquela que pega dois ônibus para ir ao trabalho e mais dois
para voltar e, quando chega em casa, encontra um tanque lotado de roupa
e uma família morta de fome.
Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir matrícula
na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco para
buscar uma pensão de R$ 415,00.
Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de segunda
a sexta e uma família todos os dias da semana.
Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter
pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.
Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dietas,
que malha, que usa salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma,
mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.
Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola,
leva os filhos na natação, busca os filhos na natação, leva os filhos para a cama,
conta histórias, dá um beijo e apaga a luz.
Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega.
É quem, de manhã bem cedo, já está de pé, esquentando o leite.
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo, é quem faz serviços
voluntários, é quem colhe uva, é quem opera pacientes, é quem lava a roupa para fora,
é quem bota a mesa, cozinha o feijão e, à tarde, trabalha atrás de balcão.
Mulherão é quem cria os filhos sozinha, é quem dá expediente de 8 horas e enfrenta menopausa,
TPM e menstruação.
Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos,
fecha a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia e
os cinzeiros vazios.
Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual
o melhor remédio para azia.
Lumas, Brunas, Carlas, Luanas e Sheilas: mulheres nota 10 no quesito lindas de morrer,
mas mulherão é quem mata um leão por dia!
(( Martha Medeiros ))
Ele imediatamente vai falar no tamanho dos seios,
na medida da cintura, no volume dos lábios, nas pernas,
bumbum e cor dos olhos...
Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira, 1,80 m,
siliconada e com um lindo sorriso.
Mulherões, dentro desse conceito, não existem muitas:
Vera Fisher, Malu Mader, Adriane Galisteu, Letícia Spiller,
Lumas e Brunas.
Agora, pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão
e você vai descobrir que tem uma em cada esquina...
Mulherão é aquela que pega dois ônibus para ir ao trabalho e mais dois
para voltar e, quando chega em casa, encontra um tanque lotado de roupa
e uma família morta de fome.
Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir matrícula
na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco para
buscar uma pensão de R$ 415,00.
Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de segunda
a sexta e uma família todos os dias da semana.
Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter
pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.
Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dietas,
que malha, que usa salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma,
mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.
Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola,
leva os filhos na natação, busca os filhos na natação, leva os filhos para a cama,
conta histórias, dá um beijo e apaga a luz.
Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega.
É quem, de manhã bem cedo, já está de pé, esquentando o leite.
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo, é quem faz serviços
voluntários, é quem colhe uva, é quem opera pacientes, é quem lava a roupa para fora,
é quem bota a mesa, cozinha o feijão e, à tarde, trabalha atrás de balcão.
Mulherão é quem cria os filhos sozinha, é quem dá expediente de 8 horas e enfrenta menopausa,
TPM e menstruação.
Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos,
fecha a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia e
os cinzeiros vazios.
Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual
o melhor remédio para azia.
Lumas, Brunas, Carlas, Luanas e Sheilas: mulheres nota 10 no quesito lindas de morrer,
mas mulherão é quem mata um leão por dia!
(( Martha Medeiros ))
23 de jan. de 2009
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